quinta-feira, 30 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Praticando um dos meus passatempos favoritos (mudar canal da TV) acabei parando na Rede Vida, onde assisti horrorizado o programa do padre Marcelo, que estava com aquela cara de bonzinho, repetindo:
"Jesus... Jesus... Jesus... Jesus... Jesus... Jesus... Jesus... Jesus... Jesus... Jesus..."
Cara, isso é lavagem cerebral! Pra que ficar repetindo a mesma palavra que nem tia de pré-escola? E depois ele continuou:
"Jesus, dai-nos um 2005 abençoado... Jesus, dai-nos um 2005 abençoado... Jesus, dai-nos um 2005 abençoado... Jesus, dai-nos um 2005 abençoado... Jesus, dai-nos um 2005 abençoado... Jesus, dai-nos um 2005 abençoado... Jesus, dai-nos um 2005 abençoado..."
Daí não teve como eu não rir! Ele tentava mudar a entonação da voz pra não ficar muito chato (como se fosse adiantar) e acabou comendo palavras pra terminar mais rápido. Olha, vou te contar, só mesmo aquelas velhas freqüentadoras de Igreja pra ver esse programa e ficar babando ovo desse ícone pop, o verdadeiro Michael Jackson da Igreja Católica.


quarta-feira, 29 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Zoca - 28.12.2004

Hum... Roube cones de trânsito. Ninguém até hj soube definir uma função exata para cidadãos comuns, mas o fato eh q eh bem divertido botar a mão pra fora da janela do carro e roubar o cone q fica na frente da garagem daquela vizinha-mala.


Parabéns Zoca! Sua idéia retardada lhe rendeu o exclusivo esquema de montagem do seu Tringubolango, que foi enviado para seu e-mail. Se eu pudesse roubaria agora mesmo alguns cones de trânsito entre outras coisas, mas falta um pequeno detalhe: o carro. Bom, se algum de vocês quiser me doar um carro, como um Fuscão 1600, eu juro que ofereço um Tringubolango vermelho montado como recompensa. Agora, Fiat 147, nem pensar!


terça-feira, 28 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Quase trinta de férias pela frente, e eu já me sinto entediado, praticamente um prisioneiro dentro da minha própria casa. Afinal, o que se pode fazer com pouco dinheiro? Namorar, é claro. Mas peraí, não dá para namorar vinte e quatro horas por dia – até porque a patroa não vai conseguir aturar um chato como eu por tanto tempo. Eu preciso fazer outras coisas também. Agora, o quê? Bem, posso chamar meus amigos pra dar uma volta, boa idéia. Mas, pra fazer o quê? Petrópolis é praticamente um cemitério quando assunto é diversão. Nós bem que podemos sentar na rua mesmo e ficar conversando, mas em cinco dias o assunto certamente se esgotará. Não ter dinheiro suficiente pra fazer uma viagem é uma desgraça. Tou louco pra visitar Machu Picchu, mas, com meu salário de escraviário, isso vai ficar pro dia que eu me tornar o presidente da Nestlé. Será que esse tédio é um problema exclusivamente meu, ou será que tem gente que também sente vontade de voltar ao trabalho como eu? O mais frustrante disso é que o ano todo esperei pelas férias, e agora não vejo a hora delas acabarem. Vamos lá, ajudem esse pobre a tornar estas férias menos chatas: doe uma pacote de viagem para Fabricio e a primeira dama, pois ambos precisam muito disto para manterem a integridade e o funcionamento harmonioso da nação mongol. Ok, você é pobre e/ou tá pouco se ferrando para meu stress. Pelo menos mostre que você é criativo(a) e dê idéias de algo para fazer com que o tempo passe. A melhor idéia será presenteada com o esquema de montagem de um Tringubolango exclusivo do SouMongol, o brinquedo secreto que em breve virará uma mania nacional. Então pense em algo, preencha seu dados corretamente e boa sorte! Ah, não esqueça de ler o regulamento antes de participar.


domingo, 26 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Dia 26, faz-se as contas do que se ganhou no Natal. Claro, ganhei coisas boas como perfumes e livros, mas como sempre, fui presenteado com as coisas clássicas dadas por tias varizentas. E esse ano eu bati meu recorde: 7 pares de meia! Se eu ainda fosse um E.T. (não que não me pareça com um) com quatorze pernas, mas ainda não tenho esse poder. E o pior de tudo é o diálogo:
-Ahm, meias... obrigado.
-Gostou? Ai, que bom!
-Gostei, eu tava mesmo precisando.
-Se quiser pode trocar por uma de outra cor!
-Não, essa bege vai ficar ótima com meu Adidas azul...

Que raiva! Acho que até a embalagem é mais legal que o próprio presente. Agora me digam: o que vou fazer com sete pares de meia? A única que é branca eu vou catar pra mim, o resto eu acho que vou guardar pra dar de presente no próximo Natal, assim as pessoas vão sentir na pele a emoção que é ganhar um par de meias bege escrito ACTION SPORT.


sexta-feira, 24 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Feliz Natal!

Que o velho do saco vermelho deixe muitos presentes pra você e pra todo mundo que forda sua família. E não se esqueça: coma muito e vomite pouco, use Lactopurga.


quarta-feira, 22 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Olho pra banca de jornais hoje de manhã e vejo até no Jornal do Brasil: "Petrópolis debaixo d’água". E o pior é que não é exagero, a enchente foi sinistra: choveu em três horas o que era pra ter chovido no mês inteiro. E eu, sortudo como sou, estava exatamente onde a situação estava mais caótica. Sem ônibus circulando e desesperado de fome, entrei num táxi. E foi aí que tomei volta: o motorista foi pra uma rua; alagada. Voltou e tentou outra rua: alagada. O taxímetro já marcava 8 pratas, e eu puto porque é só ter uma enchentezinha qualquer que táxi já trafega com a tarifa mais cara. Finalmente o taxista me levou pra 3ª e última rua possível pra sair do centro da cidade. E adivinhe? Alagada! Acabou que o motorista voltou para o mesmo lugar em que peguei o táxi, e ainda tive que pagar quatorze reais para aquele careca barrigudo. Só depois de umas três horas de espera que a chuva cessou e o mar virou rua novamente. Mas pelo menos uma coisa foi engraçada: uma pobre ratazana, tentando nadar contra a correnteza. Todo mundo ficou ali admirado, vendo aquele pobre bichinho transmissor de doenças lutando contra a força da água. Após muito esforço, ela conseguiu ir pra uma margem do "mar". E assim que ela parou na beirinha, tremendo de cansaço, chegou um comerciante local e meteu o bicudo na bichinha, que voou de volta pra água. Das duas, uma: ou morreu com a pancada ou morreu afogada, porque ela foi boiando naquela linda água marrom até desaparecer. Bom, eu só sei de uma coisa: eu vou comprar um bote inflável e deixar dentro da mochila, assim não vou tomar volta de taxista e ainda posso cobrar uma graninha para salvar quem estiver morrendo afogado.


segunda-feira, 20 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Sim, eu sumi. Sim, eu estou doente. Sim, eu tenho 2 enfermeiras (mãe e namorada). Sim, eu devo continuar sumido enquanto não melhorar. Sim, eu fiz uma Tirinha de Natal do Orobú. Sim, a repetição de uma palavra enche o saco. Sim, vou dormir. Adeus.


sábado, 18 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Capitalista é fogo mesmo. Mal deu pro cadáver do ex-guitarrista do Pantera esfriar (pra quem não sabe, um fã filho da puta o assassinou durante um show) e já tem neguinho lucrando com a morte do pobre cidadão. Portanto, se você é menina e é fã do Dimebag, compre agora sua calcinha do tributo ao presunto! Pobre Marcelino, deve estar sofrendo muito com a perda do ídolo que cuspiu em sua cara.


quarta-feira, 15 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Cassete, hoje pela primeira vez na vida pude sentir de verdade o que é uma mulher suada. A desgraçada trabalhando do meu lado, suando que nem uma porca e fedendo. Cara, nem eu fedo assim! Era um cheiro ardido, forte, ela tava pior do que peão de obra voltando pra casa. E pensar que horas antes ela tinha perguntando qual perfume eu usava... mas essa é a vida: suada e fedida. E por falar nisso, alguém conhece algum desodorante que proteja por mais de 12h? Não quero ser obrigado a ter que presenteá-la com água sanitária.


terça-feira, 14 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Visitando sites sobre a minha verdadeira terra, a Mongólia, acabei encontrando ninguém menos que meu primo Zakk Tim Rahba tocando uma tradicional música do norte do país, o que fez com que meus olhos enchessem-se de lágrimas que celebraram a saudade que sinto daquele país horrendo que quase ninguém sabe onde fica.


segunda-feira, 13 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Texto Non-Sense N° 69


Qualquer hora do dia, qualquer dia do ano, lá estava a maldita velha portuguesa pendurada na janela prestando atenção na vida de seus semelhantes. Até mesmo as crianças não escapavam das garras da fofoqueira, que além de aloprar com a vida dos outros, odiava que a meninada jogasse bola na frente de sua casa. Todos os habitantes da pacata e tranqüila rua não viam a hora da velha empacotar, mas como diz o dito popular, vaso ruim não quebra. Por várias gerações a portuguesa fofoqueira tomou conta da rua, mas isso chegou ao fim quando uma nova família mudou-se para o bairro, mais precisamente para a frente da casa da velha coroca. Como era de se esperar, Dona Rosa (esse era o nome da criatura) ficou observando tudo o que se passava na vida de seus novos vizinhos. E por intermédio de seus olhos de coruja bisbilhoteira, acabou descobrindo que os novos habitantes eram um jovem casal de namorados. A fofoqueira - viúva e cheia de rugas – ficou horas olhando para a mudança que chegava, e mal sabia o que estava por vir.
Chegou a noite, e ela parou de bisbilhotar para ver sua novela mexicana favorita, sempre comendo um bolinho de bacalhau para acompanhar e relembrar os tempos lusitanos. Lá estava ela assistindo sua televisão, quando um barulho como o de um gemido de gato ecoou por toda a sala da fofoqueira. Curiosa como sempre, foi assumir seu posto: a janela. Olhou para o muro, para o quintal, nada de gato. Já ia sair da janela, quando ouviu o mesmo som. Intrigada, ela vestiu sua camisola de seda (que não a deixava nem um pouco sexy) e foi até a rua caçar o gato. Armada com um jarro de água na mão, fuçou nas latas de lixo e nas árvores, mas gato que era bom, nada. Parou por um momento e tentou se concentrar. Ouviu o gemido do gato de novo, e agora ela sabia que o gato estava na casa de seus novos vizinhos! Maluca como só, atravessou a rua, foi entrando pelo portão na casa dos vizinhos para reclamar, e então ela ouviu o gato gemendo e balbuciando algumas palavras! Aquilo assustou a velha. Nos seus 70 anos de fofoca, jamais viu um gato que pudesse falar. Saiu correndo dali, voltou pra casa e, como toda boa fofoqueira, pegou seu binóculo para observar melhor. Foi até a varanda do segundo andar do seu casarão, olhou pelas lentes do binóculo e ficou perplexa: que gato que nada, quem gemia era a menina que havia acabado de se mudar, que transava loucamente com seu namorado, que dava chicotadas na bunda da namorada, acorrentada na cama redonda. A fofoqueira jamais havia visto aquilo, e não conseguia tirar os olhos do binóculo. Após uma hora de sexo bizarro, finalmente o casal fogoso deitou-se para dormir. Dona Rosa não acreditava no que havia presenciado, e quando foi dormir, só conseguia pensar naquilo. No dia seguinte, a velha acordou com a campainha tocando. Com a cara mais amassada que de costume, foi abrir a porta, e ficou chocada ao dar de cara com a menina que havia levado chicotadas na bunda. Ela dizia ser a nova vizinha, e que precisava de um pouco de Maizena emprestada, pois havia se mudado a pouco tempo e ainda não havia feito compras. “Ora pois, só um minutinho”, disse a portuguesa, que foi até a cozinha pegar o produto. Quando trouxe a farinha, a velha não se agüentou de curiosidade:
-Sem querer me intrometer, mas pra que a Maizena?
-Bem, é pra fazer um bolo para meu namorado...
-Opá, não precisa mentir para mim. Eu sei que você quer Maizena pra acabar com assaduras!
A garota arregalou os olhos. Então a portuguesa continuou:
-Eu vi tudo ontem de noite, rapariga. Eu vi você e o rapaz...
-O que a senhora viu?
-Bem, eu vi, você sabe, vocês dois...
-Trepando loucamente?
-Isso, minha filha, exatamente isso.
-Somos jovens, gostamos disso.
-Ora pois, eu também gosto! Aliás, gostava, meu querido Manuel me deixou há alguns anos...
-E a senhora gostou de ficar olhando a gente ontem de noite?
Envergonhada, a velha pediu licença e fechou a porta. Pela primeira vez na vida ela arrependeu-se das fofocas. Passou o dia, a noite chegou, e os gemidos continuavam a ecoar pela vizinhança. Dona Rosa bem que tentou, mas não conseguiu evitar de olhar. E dessa vez o casal fazia amor no jardim, debaixo da árvore, onde a jovem sentava no colo do namorado. A portuguesa negaria, mas ela estava excitada vendo aquela cena. A fofoqueira observava atenta, e então percebeu que o casal estava fazendo sinais para que a velha juntasse à eles. Sem saber o que fazer, a velha saiu da janela e sentou no sofá, sem pensar em nada além dos vizinhos. Após alguns segundos de silêncio, a velha quase morre de susto quando o telefona toca. Tremendo que nem Muhamed Ali, ela atende:
-A... Alô?
-Dona Rosa, sou eu, sua vizinha da frente.
-Ai, minha filha, desculpa, eu juro que não olho nunca mais!
-Senhora, me escute... não estamos bravos com você. Meu namorado quer falar com você
-Ai Jesus...
-Alô? Dona Rosa, meu nome é Cláudio. Prazer em conhecê-la.
-Er... prazer...
-Prazer, é isso que queremos. Eu e minha namorada vimos que a senhora nos olhava enquanto, você sabe... fazíamos amor
-Meu filho, me perdoe, eu juro por Jesus Cristo que jamais...
-Escute, Dona Rosa, escute! Eu quero que você venha aqui agora e junte-se a nós, queremos fazer amor com a senhora.
-O quê?!
-Vamos Dona Rosa, eu sei que a senhora gostaria muito de experimentar, afinal, minha namorada contou que você está sozinha há muito tempo.
-Meu filho, não fale isso!
-O que foi? Vai dizer que a senhora não gostaria de fazer uma loucura de amor com um casal cheio de energia e vigor? Ande dona, venha cá, vamos fazer amor a noite inteira, como você nunca fez antes!
Respirando profundamente de desejo, a velha aceita. Entrou no banheiro, sentou-se no bidê, fez “aquele” chuveirinho pra tirar as teias de aranha, derramou perfume pelo corpo, enfiou uma camisola de seda e correu até a casa dos vizinhos tarados. A porta estava aberta. Vagarosamente, a fofoqueira entrou no ninho do amor onde finalmente tiraria o atraso. Olhou no quarto, ninguém. No banheiro, nada. Na cozinha, nada além de um chicote em cima da mesa. A velha rodou a casa toda, exceto a garagem. Com o frio da noite, o reumatismo agravou-se, e a velha cheia de dor foi rastejando-se até a garagem, onde encontrou o casal mandando ver dentro do carro. A velha chegou perto do vidro, e lá estava a moça peladinha, toda molhada com o suor do namorado. A fofoqueira tarada puxou a maçaneta, mas a porta estava trancada. Ela fez sinal para que abrissem. Os namorados olharam um para a cara do outro e riram, e a portuguesa ficou sem entender nada. O rapaz pegou um papel e começou a escrever, e a velha ficou intrigada, explodindo de prazer. A menina pegou o papel e botou perto da janela para a velha ler: “Quer transar com a gente?”. Fazendo cara de piedade, a velha fez sinal de que queria, muito! Então o rapaz pegou um papel menor e escreveu novamente. Dona Rosa já estava maluca, puxava a maçaneta, batia no vidro, levantava a camisola e esfregava as pelancas no vidro. Nisso, o rapaz começou a fazer sinal de negativo, e a moça, morrendo de rir, estendeu o outro papel no vidro. Cega como uma pedra, a velha aproximou-se da janela, e então pode ler: “Primeiro de Abril”


Testes personalidade - Novo Teste

sábado, 11 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Como esse é o 69° teste produzido (credo, quanto lixo), ele não poderia abordar um tema diferente deste.


Teste de Sexualidade


E hoje vou assistir umas quatro horas de apresentação de Ballet! Que delícia, não? Bom, quem manda eu ter namorada bailarina? Agora só me resta ouvir muito metal pra compensar o que irei ouvir de noite...


quinta-feira, 9 de dezembro de 2004, by Fabricio von

E não é que achei outro desenho do Orobú? Pra quem quiser ver, esse é o link. E quem achar o Orobú chato e não quiser ver outro desenho dele, clique aqui.


quarta-feira, 8 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Pra quem tava com saudades do Orobú, aí vai mais uma história dele que achei no fundo da gaveta. Agradeçam minha mãe, foi ela quem mandou eu arrumar a zona do meu quarto.


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terça-feira, 7 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Na corrida pelas compras de Natal, decidi por comprar alguns presentes pela Internet. Entro no site das Americanas, acho o produto: R$ 20. Maravilha, tá mais barato que nas lojas de Petrópolis. Clico no botão comprar, entro com o meu CEP pra calcular o frete e aparece na telinha: "valor do frete: R$ 25,40". Porra, como assim? O frete é mais caro que o produto? É por isso que um monte de lojas virtuais estão falindo e ninguém sabe o porquê da queda das vendas. O dia que eu for presidente da Mongólia vou mandar extinguir as taxas sobre circulação de produtos, tornando assim a Mongólia a primeira potência mundial, logo à frente da China, que já já vai comer o rabo dos americanos (tou louco pra ver isso).


domingo, 5 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Durante anos esperei pelo Papai-Noel na noite de Natal. Sempre que acordava, encontrava nozes pelo chão, a cartinha do Papai-Noel, a árvore cheia de presentes. Realmente é demais acreditar no velho do saco grande e vermelho (opa). Há toda uma magia envolvida por trás do Natal. Mas o que mais me revolta além de saber que Papai-Noel não existe (Você acreditava? Sinto muito, é tudo armação) é o que minha mãe fazia para eu poder ganhar os presentes. Um dos fatos que me lembro é que ela fez eu pendurar a minha amada chupeta na árvore de Natal em troca do presente do velho do saco grande. A carta que o Papai-Noel - ou melhor, meu pai - escreveu, dizia que eu ganharia o Lego apenas se pendurasse a minha chupeta na árvore de Natal. Após muito relutar, desisti da minha querida chupeta. Tá certo que eu ganhei o Lego, mas quando eu descobri mais tarde que foi tudo armação eu fiquei com saudades da minha chupeta, mesmo tendo descoberto isso aos 9 anos. E com você? Seus pais armaram alguma também?


sábado, 4 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Puta merda, eu odeio essa gíria, mas não tem como expressar de outra forma: ninguém merece acordar 6h da manhã num sábado sabendo que vai pra uma cidade a 100km de distância ajudar a aplicar provas do vestibular da univesidade e, na hora de embarcar, acabar pegando carona com os professores de religião, que foram ouvindo CD de música católica. Eu, um metaleiro convicto carente de guitarras gritando, sendo obrigado a ouvir "Segura na mão de Deus" durante 2 horas de viagem. Novamente eu digo: ninguém merece!


sexta-feira, 3 de dezembro de 2004, by Fabricio von


quinta-feira, 2 de dezembro de 2004, by Fabricio von

É impressionante o poder da Xuxa, a vadia, ops, rainha dos baixinhos. Como se sabe, há décadas ela vem influenciando crianças abobadas que ficam sentadas na frente da televisão. Agora o mais bizarro é que descobri que tem pessoas da primeira geração de fãs da loira que ainda se espelham nela! Cheguei ontem na faculdade e vejo umas amigas minhas dando tapas uma nas mãos da outra, gritando: "Soco, soco, bate, bate, soco, soco, vira, vira...". Caralho, como assim? Após eu demonstrar minha indignação com a mongolice das mulheres, ainda vieram me falar que a Xuxa vai continuar sendo legal pro resto da vida. Ô, legal pra cassete... pra mim ela só vai ser legal quando tiver comendo grama pela raiz.

Vamos, fãs da Xuxa, briguem comigo!


quarta-feira, 1 de dezembro de 2004, by Fabricio von

Ae pixadão, lá em São Gogo vai ter um baile chapa-quente, uma uva. Pode até rolar uns bucha, mas na moral, tu vai ficar bolado: cheio de potranca pra aparar a rabiola, maioria é boca de veludo! E se faltar mocréia, é só cortar na mão, geral vai de arroz! Pode até entrar no osso da borboleta, mas teu martelão vai bombar com as Engole-Míssil!

Não entendeu nada, né? Pois então consulte o Dicionário do Funk. E viva a cultura brasileira. Sim, eu fui irônico.