Texto Nonsense - A ira de Valdson

quinta-feira, 16 de outubro de 2008, by Fabricio Shsn

-Aí sangue bom, tá vendo esses chocolate aí?
-Tô.
-Vamo robá!
-Ih... num vai dá merda não?
-Relaxa prayboy, é só botar debaixo da camisa...
-Já é, demorô...
Nisso o segurança do supermercado percebe o roubo e ativa o alarme.
-Fudeu, mané!! Fudeu!!
-Eu falei que ia dar merda!! Corre!!
Um escapa, mas o outro ladrãozinho pisa numa cebola que estava no chão e capota. O segurança alcança-o e leva-o para uma sala:
-Por que você roubou isso, rapaz?
-Eu não queria robá não, sangue bom! Quem deu idéia foi o Kléber Lucas!
-Quem é Kléber Lucas?
-O cara que vazou!
-Se esse Kléber se jogar na frente de um trem você também se joga?
-Não, viaja não...
-Então roubou porque quis! Qual teu nome, moleque?
-É Valdson. Que que tu vai fazer comigo, shock?
-Avisar seus pais!
-Tenho pai não...
-Tu mora com quem?
-Com o Kléber.
-Era só o que faltava... vou ter que chamar a polícia!
-Coé dá-fé?! Faz isso não!! Eu faço o que você quiser!
-Qualquer coisa?!
-Tudo, menos sexo com você...
-Presta atenção moleque!! Tu acha que eu tenho cara de tarado? Hein?! Olha pra mim!!
-Não, senhor...
-Então você vai trabalhar aqui na loja pra pagar o que deve!
-Mas...
-Mas o cacete! Quer que eu chame a polícia?!
-Não! Me desculpa...
-Você começa agora, vem comigo!
O segurança puxa Valdson pelo pescoço e dirige-o até o frigorífico.
-Tu vai cortar carne até de noite pra pagar pelo que fez!
-Sim senhor...
-Ae pessoal! De olho nesse garoto aqui, ele foi pego roubando e vai pagar pelo que fez!
Os açougueiros fazem sinal de positivo. E Valdson não seria louco de tentar fugir, pois tinha um açougueiro que era maior que um boi. Um dos funcionários aproxima-se de Valdson e diz:
-Ae moleque, tá vendo aquele boi morto ali?
-Tô.
-Tira o leite dele, senão a carne fica ruim.
Valdson, muito inocente, meteu a mão na trolha do boi e puxou, pensando em se tratar de uma teta. Puxou, puxou, puxou e nada do leite sair. Todos os açougueiros riam da ingenuidade do menino. Vencido pelo cansaço, o pequeno criminoso pergunta se já não haviam retirado o leite do boi. Um açougueiro respondeu:
-Não, e se for necessário tu tem que morder a teta do boi pra tirar o leite.
O menino voltou até o boi e deu aquela mordida na "teta". E nessa mordida voou "leite de boi" pra tudo que é lado. Valdson, com a cara toda melada e meio desconfiado da textura e sabor do leite, perguntou se o leite estava coalhado. Os açougueiros, mijando de rir, responderam que sim. O ladrãozinho perguntou:
-Já posso ir embora?
-Não, - respondeu o açougueiro maior que um boi - tá pensando que é fácil assim?!
Valdson, morrendo de medo, fez sinal de negativo com a cabeça.
-Escuta aqui garoto, tu roubou, isso é errado! Você tem que pagar pelo que fez!
-Mas eu ja tirei o leite desse boi...
-Garoto ingênuo! O que tu mordeu foi o pinto do boi!
A ira toma conta de Valdson, que pega uma faca e a encrava na testa do "açougueiro-gigante".
Os outros açougueiros correm para socorrer o amigo, mas já era tarde. Revoltados, partem para cima de Valdson. Mas o "ordenhador" estava possuído pelo ódio, e mata os outros açougueiros. Ouvindo os gritos, um segurança corre para ver do que se tratava. Ao chegar no frigorífico, viu aquela carnificina, e a única coisa viva ali era Valdson, que tinha o corpo coberto de esperma e sangue. Assustado com o que viu, o segurança pede auxílio pelo rádio e, imediatamente após isso, Valdson vira um bicho e pula no pescoço do segurança, degolando-o com apenas uma mordida. Àquela altura Valdson já não era mais um humano, e sim um monstro sedento por sangue. O mercado foi evacuado, e após algum tempo a polícia cercou o local. Valdson andava de um lado para o outro da loja, como se estivesse procurando por algo. Um cientista observava-o através de uma janela, e disse que já viu um caso parecido na Suiça, de um homossexual que engoliu esperma de boi e saiu matando toda a sua família, alegando estar apaixonado pelo boi. A cidade toda estava com medo do monstro-engolidor-de-esperma sair do mercado e matar a todos. Um psiquiatra entrevistou funcionários do mercado que tiveram contato com Valdson, e o segurança contou que ele havia comentando sobre um tal de Kléber Lucas, que poderia ser seu único amigo. Procuraram por Kléber, e acabaram encontrando-o. Ele tinha medo de represálias devido ao roubo, mas o prefeito garantiu que aquilo era passado, e o que interessava naquele momento era apenas tentar reverter o quadro psicótico-neurótico-animal-assassino de Valdson. Kléber entra no mercado, e mal acredita ao ver seu parceiro de roubo. Valdson, além de estar coberto de esperma e sangue, andava como um macaco, usando as mãos e pés para apoiar-se. Mesmo com medo, Kléber aproximou-se de seu cúmplice e tentou conversar:
-Vald! Sou eu rapá... Kléber...
-Grrroooar...
-Carai, que nojo essa parada grudada na tua cara... Po aê, fala alguma coisa!
-Groooooooaarrr... chocolate....
-Tú qué chocolate?
-Grrooarr... tu vai comer chocolate, filho da puta!!
Valdson agarra Kléber pelos cabelos e leva-o até a bancada de doces, fazendo-o comer todos os chocolates que ali estavam. Kléber já não aguentava mais nada, mas o monstro obrigou-o também a comer um quilo de presunto, um quilo de azeitonas pretas, um repolho, dois pacotes de carne seca e dois quilos de cebola. Na última cebola, ele não aguentou e vomitou. Valdson forçou-o também a comer seu vômito. E continou a punição: três garrafas de refrigerante, dois tubos de mostarda, um pacote de dobradinha, quatro quilos de sabão em pó, três alfaces, dez litros de whisky e um ovo de codorna. No ovo Kléber teve um colapso e caiu no chão, todo cagado e vomitado. Valdson pisava em sua barriga, e quanto mais ele pisava, mais Kléber se cagava. Como se isso não bastasse, o monstro esfregou cocô na cara de Kléber, que acabou morrendo ali mesmo, de parada cardíaca e explosão estomacal. Isso foi o limite: o prefeito da cidade chamou o FBI, e vinte segundos depois quarenta homens armados até a alma invadiram o mercado, disparando mais de 800 tiros na cabeça de Valdson. Ele foi levado ao hospital ainda com vida, mas acabou morrendo cinco dias depois do massacre que marcou a história de uma pequena cidadezinha do interior. Hoje, todos os bois da cidade foram extintos, e as vacas nascem de inseminação artificial com esperma de ganso, alterado geneticamente.


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11 mongolices:

J. Neto disse...

Parceiro!
Obrigado pela visita lá no humilde SakuXeio ;-)

Eu gostei do layout e do conteúdo do seu blog.
Vou assinar os feeds e ler depois tudo com mais calma.

Abraços

Bada disse...

esse blog é uma merda!!!!!

Fabricio disse...

Obrigado, Pedro! :)

7 disse...

Que bizarro!

Anônimo disse...

soh li até a metade

nena disse...

porra esse blog éh uma comedia...xD
más eu gostei, afinal todo mundo tem
um lado mongol mesmo.

Lime disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
ElvenQueen disse...

merece morrer a jumência que escreveu esta merda

cleosinha disse...

véi q nojo nem acredito q li isso

Anônimo disse...

q idiota isso. vai escrever filme de terror. a pessoa q escreveu isso devia ser vigiada 24hs e um maluco doidão.

mata cupins disse...

tem gosto pra tudo, não gosta cai fora kkkk