segunda-feira, 26 de abril de 2004, by Fabricio S.

Hoje, um frio do cassete aqui em Petrópolis, digno de encolher o bilau de todo mundo, e ainda assim eu encontro um indivíduo todo feliz mordendo um picolé daqueles vendedores ambulantes. Caraca, tem que ter muita força de vontade pra meter a língua naquele pedaço de gelo, geralmente com gosto de água suja misturada com açúcar. Não sei se falo isso por que meus dentes são "frutinhas" (gays) e coisa muito gelada me dá choque, mas que um capuccino ou um chocolate quente é muito mais agradável, isso é. Mas vai que o sujeito tava morrendo de fome, só tinha 50 centavos e comprou a primeira coisa que alguém passou vendendo, pro seu azar um picolé? Bem que podia ter sido um pacote de Frankitos, aquele saquinho cheio de isopor colorido que é uma maravilha pro organismo. Pelo menos aquilo enche o estômago, e até a hora da diarréia bater a porta de saída do intestino, provavelmente o carinha já estaria em casa, perto do aconchego do seu - quem sabe? - límpido troninho.


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Nenhuma mongolice! Que derrota!