sábado, 20 de março de 2004, by Fabricio S.

Hoje de tarde eu estava tendo um flashbacks engraçados... teve uma época que o Tiago e eu estavamos viciados em pedir coisas de graça na Internet. Cd's do MP3.com, adesivos, chaveiros, poster, ração pra cachorro, qualquer coisa que fosse grátis a gente pedia. Até que um dia o Tiago disse que a TI (Texas Instruments) estava fornecendo amostras grástis de peças de eletrônica. Não perdi tempo: pedi qualquer peça que apareceu na lista e fiquei todo bobo ao ver a mensagem "Seu pedido foi aceito com sucesso". Algumas semanas depois, a campainha tocou e fui ver quem era. Era um maluquinho num macacão, e atrás dele um caminhão de uma transportadora.
"Encomenda pro Sr. Faaabricioooo!", gritou o cara.
Fui correndo até o portão, e estranhei quando o cara pediu pra eu assinar e dar o número da minha identidade. Forneci os dados, e então ele abriu o caminhão. Duas caixas do tamanho de caixas de sapato! Caraca, eu nunca tinha recebido uma coisa grátis tão grandiosa! O caminhão foi embora, e abri as caixas ali mesmo, no quintal. E quando eu abro, eu literalmente "tranquei". Um papel da Receita Federal, com o emblema do Banco do Brasil e uma boleta bancária. Quando eu vi o valor eu comecei a tremer, afinal, meus pais arrancariam meu couro. Eu não acreditava no que eu tava vendo, um valor infinitamente maior que a minha mesada, e tudo porque eu tinha cismado de pedir coisas grátis na Internet. Eu acho que fiquei tão desesperado, mas tão desesperado, que o "cara" lá de cima me deu uma luz e eu li no final do papel: "O pagamento foi efetuado pelo remetente". Nossa, ler aquilo foi praticamente um orgasmo espiritual. Realmente era tudo de graça, e eu fiquei muito feliz, mesmo não sabendo pra que eu usaria aquelas peças. Por falar nisso, elas tão jogadas no meu sótão até hoje...

Você tá curioso pra saber qual foi o valor escrito na fatura? Então vou saciar sua vontade com esta foto. Baratinho, não?


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Nenhuma mongolice! Que derrota!