Eta vidinha atolada, tá foda. Só vim aqui escrever porque eu preciso registrar um fato para a eternidade. Isso poderia muito bem ser um texto nonsense desses que eu invento, mas juro pela alma da Dercy que é verdade. Estava eu dentro do ônibus, viajando em pé e, ao meu lado, uma senhora de meia-idade com umas bolsas. Até aí, nada de anormal. Um cidadão que estava sentado se levantou e saiu do coletivo. Como eu não quis sentar, deixei ela passar para sentar. Nisso, subitamente, sem qualquer sinal dos deuses do Olimpo, estourou o fundo de uma bolsa plástica que a mulher segurava, e o conteúdo caiu. Agora você deve estar imaginando "Ah, ele vai contar que viu laranjas rolando pelo corredor do ônibus, eu também já vi isso". Certamente caro leitor, você já viu isso, e eu também, algumas vezes. E foi justamente isso o que aconteceu, laranjas rolando. Mas com um pequeno detalhe a mais: além de laranjas, havia linguiças de churrasco, e ambas estavam "enlameadas" em feijão e arroz. WTF?! Yeah, eu também imaginei isso quando vi a cena. Essas horas eu me lamento tanto por não ter uma câmera embutida no olho... a quentinha da mulher estourou no chão do ônibus! O pior foi a reação da mulher: ela ria, e ficava repetindo "é muito azar mesmo, hahaha". Eu fiquei meio que em choque, vendo aquela cena grotesca digna de filme nacional dos anos 80. E quando o ônibus subia uma rua mais inclinada, vinham as laranjas e as linguiças sujas rolando pelo corredor. Minha única reação era tirar o pé da rota, eu que não ia sujar meu tênis com aquilo. Agora descrevendo pode até soar engraçado, mas na hora foi tenso, ver a mulher tentando juntar o arroz com feijão... com a sandália! Eu nem fiquei olhando porque sou todo nojento com essas coisas, mas certamente ela deve ter sujado as unhas com restos de comida. Por fim, aquele cheiro de comida fria começou a emanar dentro do buzão, e foi a gota d'água: saí do ônibus uns dois pontos antes de onde ia saltar. Agora que já respiro ar puro e isso é apenas uma lembrança, eu me pergunto:
- Quem limpou aquilo, ela ou motorista?
- Será que alguma "Rolling Sausage" atingiu alguma pessoa? Eca!
- Será que a mulher catou as laranjas de novo pra comer em casa? Eca²!
Que isso sirva de aviso: jamais confiem em sacolas plásticas. Deixando a nojeira do cotidiano de lado:
Quem viu aquele meu guia sobre Lego vai adorar essa matéria aqui, acabei de ver na TV Gazeta, e já estava disponível no Youtube.
É isso. Fui. Bjomeliga. COMENTEM NESSA PORRA! ( é que eu gosto (L) )
A Quentinha
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009, by Fabricio vonFotos do Orkut
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009, by Fabricio vonQuem tem Orkut já deve ter visto algumas fotos parecidas com estas abaixo, e estas nem sempre parecem refletir a verdade. Esse guia é mto útil para te ajudar a identificar a verdadeira personalidade de pessoas que acham que o Orkut pode dar uma valorizada na sua patética existência. Se você tem algum amigo ou amiga que se enquadra em uma dessas situações, será uma boa oportunidade de tirar um sarro com a pessoa. Quem sabe assim ela não se toca do ridículo ao qual está sendo exposta...
Código para colar no scrap do Orkut:
http://img300.imageshack.us/img300/9096/orkutto9.jpg
Texto Non-sense - Sr. Olavo
terça-feira, 13 de janeiro de 2009, by Fabricio vonNaquela terra inóspita e sombria a escuridão tornava-se ainda mais
evidente. E naquele maldito local morava apenas uma pessoa, o Sr.
Olavo. Ele era uma pessoa rica, fria, sem amigos e amante da literatura
gótica, da qual colecionava milhares de livros. Por anos e anos Sr.
Olavo ali passou seus dias e noites, sem nunca ter reclamado das
supostas maldições que o povo insistia em atribuir ao seu casarão,
localizado no pico de uma floresta de árvores mortas. Talvez por isto
mesmo tenha sido tratado sempre com muito respeito pelos cidadãos
quando fazia suas raras visitas ao centro da cidade. No fundo, todos
tinham medo de Sr. Olavo, que sempre vestia-se de sobretudo e usava uma
forte maquiagem preta ao redor dos olhos. Diziam as más línguas que Sr.
Olavo era a reencarnação de Drácula. E mesmo sendo puro folclore, assim
que anoitecia todas as pessoas, até mesmo os mais cépticos,
trancavam-se em casa, com medo de Drácula sair de seu casarão e chupar
seu sangue. Isso não chega a ser um exagero, já que a "floresta morta"
era um lugar realmente assustador. Mas nada incomodava Sr. Olavo, um
gelo de pessoa, que só sentia o tempo passar com a leitura de seus
livros.
Anos passaram-se, e nada mudou. Aliás, apenas uma
coisa mudou na vida de Sr. Olavo: com o advento da Internet, ele
poderia comprar livros sem sair de casa, nunca mais teria que olhar
para o rosto amedrontado daquele cidadão adiposo da livraria.
Finalmente Sr. Olavo estava realizando seu sonho de viver até morrer
dentro de seu casarão, o seu refúgio do mundo exterior que o temia. Mas
numa noite, tudo mudou. Eram 19hs, as corujas e os lobos já uivavam na
floresta enegrecida, clareada somente pela fraca luz do luar encoberto
por nuvens densas e cheias de mistério. Como de costume, Sr. Olavo lia
um de seus livros sob a luz de um castiçal, quando de repente ele ouviu
um barulho estranho do lado de fora da casa. Aproximou-se da janela, e
nada viu. Tranqüilamente, o velho pôs-se a ler novamente. Mas alguns
segundos depois, uma voz fraca e trêmula entrou nos ouvidos de Sr.
Olavo:
-Olaaaaaaaaavo... Olaaaaaaaaaavo...
Pela primeira vez em sua vida, Sr. Olavo tremeu. Pode-se dizer
que, literalmente, ele trancou o cu. Muito nervoso, abriu a porta da
sacada, olhou ao redor de seu casarão, e nada viu além das sombras
sinistras das árvores mortas. Ele estava muito nervoso mas, mesmo
assim, decidiu descer as escadas e vasculhar o primeiro andar. Mas
antes mesmo de por o pé no primeiro degrau da escada, ele ouve
novamente a voz sinistra e amedrontadora:
-Olaaaaaaaaavo! Olaaaaaaaaaavo!
O susto foi gigantesco, tanto que o velho rolou escada abaixo.
Só quando chegou lá embaixo percebeu que estava com muito medo, e que a
única coisa que queria do seu lado era alguém para defendê-lo e
abraçá-lo. Por alguns segundos ficou deitado no chão, pensando que a
sua fixação por literatura gótica e temas satânicos havia atraído o
"Coisa Ruim", que estaria disposto a tomar sua alma. Desesperado, o
velho olhou para o céu e pediu a Deus que o salvasse do Capeta. Mas
Deus parece não ter escutado-o, e novamente ecoou na casa aquela voz:
-Olaaaaaaaaavo! Olaaaaaaaaaavo!
Foi demais para ele. O velho durão, frio e sem escrúpulos estava
encolhido atrás da enorme mesa de jantar, e chorando. Mas por um
instante, lembrou-se de um antigo livro, no qual descrevia uma fórmula
que afugentava o Demônio da vida das pessoas. Desesperado, Sr. Olavo
foi correndo até sua gigantesca cozinha, onde revirou tudo até
encontrar o que precisava: azeite de oliva e erva-doce, que, ao serem
colocados próximos da porta de entrada da residência, fariam qualquer
Demônio desaparecer para sempre. E assim o velho fez. Nenhuma voz foi
ouvida. Sr. Olavo ficou aliviado. Mas alguns segundos após ter colocado
a "macumba" na porta, ele ouviu de novo a voz sinistra, mais alta e
forte do que nunca:
-Olaaaaaaaaavo! Abra a poooorta!
Cabisbaixo e certo de sua morte, Sr. Olavo caminhou até a porta, botou a mão na maçaneta e, antes de abrir, falou:
-Tomarás agora minha vida, ó Senhor dos Senhores. Mesmo com
todo o feitiço, não fui capaz de deter-te, és o mais poderoso. Não era
minha intenção chamar-te ao mundo dos vivos, mas assim o fiz, sem
pensar. Recompensando-te, toma agora minh'alma amedrontada por tua
presença, ó divindade maligna.E após seu trágico discurso, o velho abre a porta, e se depara com um sujeito todo sorridente e vestido de amarelo, que diz:
-Sr. Olavo? Sedex pro senhor, é um livro!
Coisas absurdamente gigantes
domingo, 11 de janeiro de 2009, by Fabricio vonPara quem é de Itu isso não vai ser nada absurdo, já que a cidade é famosa por objetos grandes. Lá está o maior orelhão do Brasil -presente de um ex-ministro das telecomunicações - entre outras coisas enormes. Tem até uma loja na cidade dedicada a vender itens absurdamente monstruosos: algumas fotos podem ser vistas aqui nesse site (jabá grátis, é foda não ser famoso pra cobrar por publicidade).
Mas o que me fez escrever sobre esse tema foi uma antiga recordação que me veio à cabeça: quando eu era criança, eu tinha um lápis gigante, de uns 30 centímetros de comprimento. E eu amava aquela porcaria. Adorava levar para a escola e mostrar para meus amiguinhos, sem empresta-lo, pois o egoísmo infantil é o que deixa feliz uma criança com problemas neurológicos como eu. Eu nem me importava se aquela porcaria não entrava no estojo ou que não tinha apontador para aquele lápis: o fato é que eu o tinha e me achava super importante com aquele objeto escroto. Diziam que eu viraria escritor porque teria muita coisa para escrever com aquele lápis. Hoje eu não sou escritor, e tenho apenas esta bosta de blog que NÃO precisa de lápis. Enfim, dane-se... nem lembro onde foi parar aquilo. E não, não foi no meu cu.
Mas se você gosta de coisas grandes, fique com este gatinho:
Novo favicon do Google
sábado, 10 de janeiro de 2009, by Fabricio vonQuem faz pesquisa no Google deve ter reparado que desde ontem o favicon (aquele iconezinho da barra de pesquisas) mudou. Agora ele integra as cores básicas do Google juntamente com a letra 'g' em branco. Você deve estar pensando "foda-se, eu não sou nerd, não sou designer gráfico, não reparei nisso e essa joça não vai mudar em nada a minha vida". Pois bem, você tem razão. Mais tarde colocarei um post decente. Peço desculpas. Perdão.
Tiozão Coroa Legalzão
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009, by Fabricio vonEsse tipo você conhece, deve ter algum na família ou seu pai é amigo de um: aquele semi-idoso, cabelo pintado de amarelo-canário, barba branca com um corte fininho estilo "homossexual mas tou na moda", cigarro na boca e camisa de botão semi-aberta mostrando o peito cabeludo suado e escondendo a saliência de chopp. Isso sem contar o jeito de agir, se achando o garotão conversando com as amigas do neto. Agora que você já visualizou essa visão do inferno (ou palhaço de circo, vai do seu ponto de vista), vou contar o que aconteceu ontem.
Estava eu, feliz e sorridente, esperando o ônibus para ir à academia, quando aparece esse tiozão do meu lado. Dei aquela risada mental e abstraí. Ônibus chegou, subimos. Todos os lugares para sentar estavam ocupados, logo, eu e o coroa-adolescente ficamos de pé. Um pouco mais a frente, entra uma mulher no ônibus, e ela também ficou de pé. Prontamente, o tiozão levanta a voz meio que gritando:
-O minha gente, olha a mocinha grávida aqui, vamos dar o lugar!
A mulher fez uma cara de poucos amigos e falou:
-Eu não estou grávida!
O tiozão ficou quieto por uns segundos, e depois falou baixo como se falasse pra ele mesmo:
-Um regime ia bem...
Ah maluco, pra quê ele foi falar, a mulher ouviu! Acho que ela só não voou no pescoço dele porque tinha mais gente perto, senão ela teria esmagado ele contra o chão (sim, ela era gorda mesmo). A mulher discutindo com ele, que se ela era gorda o problema ela dela, que era melhor ser gorda do que pintar o cabelo de acajú e tentar se vestir igual saradão de academia. E foram se ofendendo por alguns minutos, até que o vovô-coroa saltou do ônibus. Depois disso a mulher continuou falando mal dele, e todo mundo no ônibus rindo da situação... Eu aposto que o tiozão deve ter chegado no boteco e contado uma história completamente diferente a seu favor, duplicando o tamanho da mulher, mas faz parte.
Faça um favor à humanidade: se você tiver um parente assim, mostre a ele o quanto ele é ridículo, LOL.
Doenças Improváveis
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009, by Fabricio vonQuem me conhece bem sabe que eu tenho um dom. Bem, não sei bem se isso é um dom, fato é que tenho constante inspiração para inventar nomes escabrosos de doenças, típicos de deixar qualquer tia idosa se benzendo e falando que você não tem salvação. Chega de enrolação, segue a lista do que me vier na cabeça:
- Lepra ocular
- Ebola subcutâneo
- Dengue gestacional
- Sarampo biliar
- Aneurisma medular
- Anorexia óssea
- Hemorragia faringo-intestinal
- Gripe intestinal (espirra pelo cu)
- Caxumba vaginal
- Psoríase escrotal
- Rubéola renal
- Sinusite óssea degenerativa
- Depressão hemorrágica
- Glaucoma do miocárdio
- Hanseníase estomacal
- Hipotireoidismo peniano regressivo
- Paralisia cardio-vascular
- Nefrite gonorréica
- Gripe jejúneo-ilíaca
- Tuberculose capilar
- Leptospirose herbívora
- Malária do átrio esquerdo
- Osteoporose craniana
- Pneumonia auto-imune
- Tétano cancerígeno
- Varíola gástrica vegetativa
-Ô Fulano, quanto tempo! Tudo certo contigo?
-Nada bem... tenho uma doença rara.
-Xi rapaz, que você tem?
-Estou com Trombose pleural degenerativa. Não chega muito perto de mim, é contagioso e se contrai pelo ar.
E pra quem gosta de doenças:
Coisas para fazer na fila do banco
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009, by Fabricio vonHoje eu tive um estalo e lembrei de um e-mail que recebi há muuuuuuuito tempo atrás (2004, pra ser exato), e revirei o arquivo para achar, é genial, vejam:
Coisas para fazer no elevador
- Quando houver só uma pessoa no elevador, dê um tapinha no ombro dela e finja que não foi você.
- Aperte os botões do elevador e finja que eles dão choque. Sorria e faça de novo.
- Se ofereça para apertar os botões para os outros, mas aperte os botões errados.
- Segure a porta e diga que está esperando por um amigo. Depois de um tempo deixe a porta fechar e diga: “Olá Zé. Como vai você?”
- Deixe cair sua caneta e espere até alguém se oferecer para pegá-la, então grite: “Ei, é minha!”
- Traga uma câmera e tire fotos de todos no elevador.
- Traga uma mesa para dentro do elevador e quando alguém entrar pergunte se marcaram hora.
- Leve um Banco Imobiliário e pergunte para as pessoas se elas querem jogar.
- Deixe uma caixa no canto, e quando alguém entrar, pergunte se elas ouviram um tique-taque.
- Finja ser uma aeromoça e revise os procedimentos de emergência com os passageiros.
- Pergunte: “Você sentiu isso?”
- Fique bem perto de alguém, fungando seu cangote de vez em quando.
- Quando a porta se fechar, fale: “Tudo bem. Não entrem em pânico. Ela abrirá novamente”.
- Mate moscas que não existem.
- Diga às pessoas que você pode ver sua aura.
- Grite: “Abraço grupal”, então force-as.
- Faça caretas dolorosamente enquanto bate na sua testa e murmure: “Calem a boca, todos vocês, calem a boca!”.
- Abra sua pasta ou bolsa, e enquanto olha dentro, pergunte: “Tem ar suficiente aqui dentro?”
- Fique quieto e parado no canto do elevador, encarando a parede.
- Encare outro passageiro por um tempo, e grite com horror: “Você é um deles!” e recue devagar.
- Coloque uma marionete na mão e use-a para falar com os outros.
- Escute as paredes do elevador com seu estetoscópio.
- Faça barulhos de explosão quando alguém apertar um botão.
- Encare outro passageiro por um tempo, e fale: “Estou usando meias novas”.
- Desenhe um pequeno quadrado no chão com giz, e diga para os outros: “Este é o meu espaço”.
E inspirado nesse magnífico texto, resolvi criar algo no mesmo estilo:
Coisas para fazer na fila do banco
- Fale para a mulher na sua frente "Você tem uma bunda linda".
- Cante: "Olha a chuva! É mentira!" e então vire para trás e sorria para o velho emburrado atrás de você.
- Simule uma voz de sistema interno de som: "Senhores usuários, no momento todos os caixas estão fechados, por favor voltem amanhã".
- Imite uma velha reumática e ordene que as pessoas na sua frente te deixem passar a frente.
- Leve uma pistola feita de pregadores e fique mirando nas pessoas da fila, fazendo cara de mau.
- Fique no celular falando alto: "Mas é pra depositar 100 mil? Tou só com 90 mil aqui no bolso!".
- Conte em voz alta cada segundo que você esperar na fila.
- Aponte para alguém na fila e fique rindo dela.
- Encoste a bunda na mulher de trás, puxe a pessoa da frente e grita: "é a dança do maxixe, é a dança do maxixe..."
- "Peide" com o sovaco.
- Abra o guarda-chuva e use-o normalmente.
- Leve flores e peça alguma atendente do banco em casamento.
- Fique na fila com um olhar distante, segurando uma garrafa de álcool em uma mão, e um isqueiro aceso na outra.
- Venda seu lugar na fila por um real.
- Faça polichinelos e grite, incentivando outras pessoas.
- Fique de costas na fila, sempre encarando a pessoa atrás de você como se aquilo fosse normal.
- Grite "é um assalto!" e jogue-se no chão com os demais.
- Ao ser atendido no caixa, peça um quilo e meio de picanha. Se o bancário falar que não tem, peça novamente, agora com um ar de seriedade no olhar. Caso ele insista que ali não é um açougue, mande chamar o gerente da agência.
E se você ainda não deu idéias para o nome do nosso mascote, clique aqui! Em breve abrirei a votação!
Como enganar uma loira
domingo, 4 de janeiro de 2009, by Fabricio vonJá não é de hoje que as pessoas tendem a julgar as loiras menos capacitadas que as demais mulheres. Xuxa, Angélica, Eliana, irmãs Hanson e até mesmo a Luciana Gimenez - que nem loira é -, são loiras, e sofrem com as mesmas 'piadinhas de cobrador de ônibus' desde que se entendem por gente. Seja isso apenas um mito ou uma lenda urbana, a verdade é que agora toda essa estória parece ter algum embasamento científico, ainda que o teste seja feito via Internet. Para comprovar que é fácil enganar uma loira de menor nível intelectual, acesse o site clicando na imagem abaixo:
Novidades de 2009
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009, by Fabricio von
É, este ano comemoraremos seis anos de existência do blog mais acessado da Mongólia, um fato histórico! OK, grande merda isso, mas vamos começar o ano com algumas novidades, dentre elas:
- Agora temos um contador de comentários no título do post (ficou 'na moda da blogosfera');
- A cor de fundo que você escolhe na seção "Você é um Mongol" fica salva: sempre que você voltar ao blog, sua cor preferida aparecerá automaticamente;
- Temos que escolher um nome pra esse troço aí embaixo.
Quem conhece o SouMongol há anos conhece esse bicho escroto que aparecia quando havia novos testes. E por ter um rosto tão, digamos... mongol, ele será nosso mascote. Olhe bem para a cara dele:

