sábado, 30 de outubro de 2004, by Fabricio von


1° - Meu amigo que cortou o pulso já passou pelo pior. Agora ele vai pra casa descansar e se recuperar para uma outra cirurgia, agora de enxerto, na qual ele tirará um pedaço da carne da panturrilha para colocar no braço. E daqui pra frente, muita fisioterapia pra recuperar os movimentos. Mas o importante é que ele está confiante, isso que importa.

2° - Uma mulher vestida de palhaça que divulga um projeto social e tenta angariar fundos me parou ontem na rua: "-Oi Brad Pitt! Só um minutinho da sua atenção...". É, Brad Pitt... é uma palhaça mesmo!

3° - Pensamentos filosóficos com uma amiga:
Fulana: Será que esperma evapora?
Eu: Sei lá!
Fulana: Faz o seguinte: vai lá no banheiro, traz um pouquinho e vamos fazer essa experiência!
Eu: Sonha! Mas... deve evaporar sim.
Fulana: Eu também acho, deve ser porque é constituído de boa parte de água.
Eu: Também, mas acho que evapora principalmente porque os espermatozóides morrem e vão pro céu.


E se fossem espermatozóides malvados? Seriam sugados pela terra? Eis uma questão para ser debatida nas aulas de matemática financeira...

"Que Buda ilumine nosso caminho."


quarta-feira, 27 de outubro de 2004, by Fabricio von

Tou chocado. Um grande amigo meu estava cortando azulejos numa máquina, que deu um problema e acabou cortando o pulso dele junto. Eu quase não tenho informações, só sei que ele já fez 2 cirurgias ontem e foi um corte bem grave. O pior é que ele é trompetista da orquestra da faculdade, não quero nem pensar no trauma que ele pode vir a passar com o tempo de recuperação, que é muito extenso. Se eu ficar sem escrever alguma coisa por algum tempo já sabem o porquê, preciso dar apoio ao meu amigo.

"Que Buda ilumine nosso caminho."


terça-feira, 26 de outubro de 2004, by Fabricio von



"Que Buda ilumine nosso caminho"


segunda-feira, 25 de outubro de 2004, by Fabricio von

Datas comemorativas ridículas existem, e não são poucas. É Dia do Livro, Dia da Árvore, Dia da Baleia Branca, Dia do Óculos, Dia do Côco da Bahia, entre outras. Hoje mesmo é Dia Mundial do Macarrão, quando provavelmente ocorrerão festivais gigantescos de macarronada grátis que farão pessoas passarem mal e vomitarem. E é por isso que, pelos poderes conferidos à mim, representante e tutor da soberana nação mongol brasileira, decreto que amanhã, dia 26 de outubro será o Dia do Mongol. O motivo é simples: outubro, mês 10. Então, 26 + 10 = 36. Trinta e seis é um número comum de prestações para se adquirir um carro. E como eu tou querendo comprar um carro... Então prepara-se, amanhã será seu dia! Peça presentes aos seus parentes!

"Que Buda ilumine nosso caminho."


domingo, 24 de outubro de 2004, by Fabricio von

A Xaxa xaiu da xeca da Xuxa! (by Gustavo)

"Que Buda ilumine nosso caminho."


Oi, aqui não é o Fabricio, é a cadela dele, a Kelly. Só tou escrevendo aqui pra dizer que agora também estou no Orkut, quem quiser ser meu amigo, é só clicar aqui nesse link. Bom, deixa eu ir antes que o puto do meu dono me encontre aqui no computador dele... lambidas pra vocês!

"Que Buda ilumine nosso caminho"


sábado, 23 de outubro de 2004, by Fabricio von


Qual raça de cachorro você odeia?


Sim, os layouts estão fora do ar de novo. O servidor está com problemas e várias pessoas não conseguem acessar o site quando os layouts estão ativados. Sabe-se lá quando consertaremos isto...

"Que Buda ilumine nosso caminho."


sexta-feira, 22 de outubro de 2004, by Fabricio von

Isso é um absurdo! Tacaram ovos contra o presidente Lula! Isso não pode passar desapercebido pelas autoridades, este agressor deveria ser preso! O desgraçado foi no tal lugar só para tacar 2 ovos podres contra nosso querido presidente, e (pasmem) não acertou nenhum! Como assim?! Um sujeito desses deveria ser humilhado em praça pública, vai ter má pontaria assim lá na porra!


quarta-feira, 20 de outubro de 2004, by Fabricio von

Ontem entrei no banheiro dos alunos daqui do colégio onde faço estágio. E atrás da porta, é lógico, está tudo pichado. Entre aquelas lindas frases do tipo "cagar é uma arte profunda; a merda bate na água e a água bate na bunda", encontrei algo no mínimo original: Um círculo, e embaixo a frase: "Se você odeia a diretora Fulana, deposite algo aqui em cima." E dentro do círculo tinha de tudo: prego, bolinha de papel higiênico, chiclete, pentelhos, meleca, entre outras coisas nojentas. E já tinha tanta porcaria grudada que a porta parecia abrigar um maldito tumor maligno. Semana que vem eu vou voltar lá pra ver se os faxineiros limparam aquilo ou se a "corrente grudenta do ódio" vai continuar crescendo e conquistando mais fãs, o que é bem provável.


segunda-feira, 18 de outubro de 2004, by Fabricio von

Eu tava andando com minha amiga na rua, dai acabei entrando numa loja com ela, pois ela foi comprar uma saia. Enquanto ela tava experimentando, fiquei dando uma volta pelo estabelecimento antiquado, que só vende roupas estranhas e as atendentes parecem ser crentes, pois todas usavam saias longas e tinham um cabelo gigante. Procurei algo pra mim e, claro, não achei. E foi entre uma coisa brega e outra que acabei achando um daqueles "cobertores de mendigo", aquele com um xadrez cinza e detalhes em vermelho. Eu jamais havia visto uma coisa assim pra vender, então me interessei e fiquei analisando o produto, e acabei fazendo uma descoberta no mínimo bizarra: na composição do "tecido", eu encontrei pedaços de papel, plástico e - pasmem - farpas de madeira! Tá certo que o cobertor custa R$9.90, mas cobertor feito com lascas de madeira é foda! E não duvido nada que tenha papel higiênico usado no meio! Pobres mendigos... além de estarem na merda, cobrem-se com restos dela.


sábado, 16 de outubro de 2004, by Fabricio von

Antes de começar, isso não aconteceu comigo, isso é apenas um pensamento maluco de uma amiga... Você já parou pra pensar se você estivesse na casa de algum amigo, desse aquela diarréia desgraçada e, só na hora de se limpar, constatasse que não tinha papel higiênico, apenas um vidrinho com cotonetes? E então, você teria paciência pra usar cada cotonete, ou "ligava o foda-se" e se limpava com a cueca/calcinha mesmo? Pense bem, isso pode acontecer com qualquer um de nós.


sexta-feira, 15 de outubro de 2004, by Fabricio von

Andando na já tumultuada calçada do centro de Petrópolis, vejo uma multidão de ciganas na minha frente. Como de costume, eu já ia passando pelo meio da rua, quando vejo minha amiga Stéphanie relutando com uma das ciganas. Ah, eu tive que parar pra rir da cara dela. Mas foi aí que me ferrei: veio uma delas, pegou na minha mão e começou a ler "meu destino". Como eu não tava com pressa, deixei rolar. E foi a mulher:
-Vejo muita vida, um coração bom, você é muito boa pessoa. Vejo também que gosta de uma menina, e que esta menina gosta muito de você. Mas cuidado, há um homem que não quer a união de vocês! Ele já fez um feitiço e seu nome está num jarro de água maldita dentro do cemitério! Se você der um "agradinho" pra tia, eu te falo o nome desse homem!
Eu parei um pouquinho, pensei, e falei:
-Olha, eu dou um real pra senhora, não pra saber o nome dele, mas pra senhora falar o nome da menina que eu gosto.
-Não, eu não vidente, eu sou apenas uma cigana com poderes de ajudar blá blá blá...
Tomá no cu, rapá! Achou que eu ia cair na histórinha da macumba? Tá bom que eu vou dar dinheiro pra uma pilantra com a boca cheia de dente de ouro pra saber o nome de um cara que está fazendo magia negra com meu nome... E o pior é que tem gente que tem medo de cigano, que diz que se não der o dinheiro, a cigana vai jogar maldição na sua vida. Aham, sei... isso é tudo efeito placebo. Mas o que me deixou bolado é que quando me virei, minha amiga não estava mais ali, havia desaparecido num piscar de olhos! Será que a cigana a transformou numa formiga? "TTzuda", se você estiver bem, dá um sinal de vida, nem que seja picando a minha perna!


quinta-feira, 14 de outubro de 2004, by Fabricio von

Loucura, loucura, loucura! A festa foi inesquecível! Assim que eu e o Tiago chegamos é que percebemos a proporção das coisas: centenas de pessoas fecharam o trânsito e ficaram em frente ao hotel, doidas por um ingresso! E assim que viram nosso carro voaram em cima: homens dando marretadas no carro e mulheres esfregando os seios contra o vidro, uma loucura! E na festa, mais de 300 pessoas prestigiando o SouMongol. Vários artistas, dezenas de modelos gostosas, comida e bebida a dar com pau, e a festa foi até 7 da manhã, incrível! Queremos agradecer à Reuters e à revista Caras, que cederam algumas fotos da festa. E agora, uma série de recadinhos:

  • Bündchen, assim como você disse, eu também não esquecerei aquela noite ;)
  • Ao presidente da Audi que eu não sei o nome... obrigado pelo Audi TT, é sempre bom ter mais um na coleção :)
  • Piovani, adorei o vácuo no qual você me deixou. Aguarde a próxima festa... e aguarde do lado de fora!
  • Gil Gomes, pena que ninguém morreu pra você dramatizar, né? Fica pra próxima!
  • João Kléber, não adianta insistir, você não entrará em festa alguma! Seu mala!
  • Fátima Bernardes, obrigado pela entrevista, adorarei aparecer no Jornal Nacional :)
  • Dercy, sua velha despirocada, foi foda te conhecer, gosto de você pra caralho!
  • Hebe, me dá a marca do seu laquê, tou precisando rebocar uma parede daqui de casa.
  • Silvio Santos, foi um prazer ver sua peruca caindo no chão do hotel!
  • Elen Roche, você é uma amiga do peito, literalmente!
  • Massacration, o show foi foda, Metal Bucetation arrancou hímens da multidão! "Métal"!
  • Repórter Vesgo, se tentar me beijar de novo enfiarei-lhe a porrada!
  • Aos que não foram convidados... vocês perderam, hahahahahahahaha!


  • segunda-feira, 11 de outubro de 2004, by Fabricio von


    A Caravana da Mongólia compareceu em massa no blog: 500.000 visitas! E pra comemorar, uma super festa hoje à noite no salão de convenções do Copacabana Palace, só para convidados especiais e celebridades globais. Você não foi convidado(a)? Bom, você pode procurar algum cambista disposto a vender seu convite, o que vai ser muito difícil, pois ninguém em sã consciência perderia esta, que será a festa do ano. E tudo isso foi possível graças a você mongol, que sem saber está nos dando 10 reais por cada visita aqui no blog, o que já nos rendeu aproximadamente cinco milhões de reais, o suficiente para comprar os salgadinhos da festa. Não perca amanhã (ou depois de amanhã, depende da ressaca) a cobertura completa da festa que vai parar o Rio de Janeiro. Mesmo não convidando-o para a festa, saiba que seu dinhe... quero dizer, saiba que você é muito importante para nós! Obrigado e volte sempre!


    Doações? Aceitamos os cartões


    sábado, 9 de outubro de 2004, by Fabricio von

    Texto Non-Sense N° 69

    Sal era um enlatado. Melhor dizendo, Sal era um embutido, uma salsicha viena macho, mas muito pequenina e gordinha. Todas as outras salsichas tiravam onda com a cara de Sal, por ser muito mirradinho. Sua mãe, uma salsicha grandona, digna de um belo cachorro quente, falava que Sal deveria comer menos porcaria, mas não era isso que fazia com que ele fosse uma salsicha diferente das outras, o problema parecia mesmo genético, vai ver que o porco do qual foi feito era uma bola de tão gordo. Enfim, a pobre salsichinha viena estava cansada desta vida, e decidiu mudar: entrou na academia pra puxar ferro e, com isso, quem sabe poderia pelo menos virar uma salsicha sarada. As dores da primeira semana de treinamento eram horríveis, mas nada que uma boa massagem com mostarda pudesse melhorar. Aos poucos, Sal foi perdendo peso, e sua mudança já era aparente: boa parte de sua banha havia ido para o ralo. Mas isso trouxe um problema: a pele vermelha de Sal permaneceu alargada, e ele estava cheio de dobras. As outras salsichas, que não mais o sacaneavam por ser gordo, agora o humilhavam devido ao seu físico digno de uma salsicha podre caída debaixo do refrigerador do mercadinho do Seu Manoel. Muito triste após todo o esforço pelo qual passara, Sal só poderia apelar para a cirurgia plástica, e pediu ajuda aos seus pais. Mesmo sendo de uma família pobre, todos os parentes de Sal concordaram em fazer uma economia para pagar a tão desejada cirurgia plástica de Sal. Pobre salsichinha viena, ficava se olhando em frente ao espelho, imaginando-se ainda baixinho, mas finalmente magro e com uma pele lisinha, e não imaginava o que estava por vir.
    Em uma noite de melancolia, Sal saiu até um barzinho, e foi encher a cara de manguaça. E foi entre um copo e outro que o pobre coitado acabou chamando a atenção de uma loira cinqüentona com um vestido sexy que estava por ali. Após alguns segundos olhando para Sal, ela resolveu puxar assunto:
    -Ei salsichinha, por quê choras?
    -Por isso! Eu não sou uma salsicha, sou uma salsichinha! E tem mais, olhe para mim! Eu sou todo flácido!
    -Poxa, mas eu também sou flácida!
    -A senhora me desculpe, mas a senhora deve ter mais de 50 anos... e eu? Eu tenho 3 aninhos!
    -Ah, não ligue para sua pele, o que importa é quem você é... qual seu nome?
    -É Sal...
    -Nossa, que nome mais fofinho! Prazer, meu nome é Valeska.
    E os dois, a salsicha viena macho e a cinqüentona, conversaram a noite toda, até o dono do bar pedir para se retirarem. Sozinho na rua de madrugada, Sal teria de esperar até de manhã para pegar um ônibus para sua casa. Foi aí que Valeska o chamou para dormir em sua casa.
    -Eu? Mas, eu nunca dormi fora de casa, minha mãe ficaria preocupada...
    -Ei, pense mais em você; ou melhor, em nós...
    Sal estava muito nervoso, ninguém jamais havia se interessado por ele, muito menos um ser humano. Seus pensamentos estavam confusos, ora pensava em sua mãe, ora pensava na coroa carnuda que o chamava para dormir com ela. E foi então que, dominado pelo tesão, Sal decidiu passar a noite na casa de Valeska.
    Mal entraram no quarto e Valeska já foi se despindo. Ok, ele era uma coroa, mas uma coroa de tirar o folego de muito marmanjo. Sal, que nunca havia visto uma mulher pelada, logo ficou excitado. Mas mesmo excitada, a salsicha era pequena. Ele ficou frustrado por não ser aquilo que Valeska poderia gostar, mas ela logo falou:
    -Ei, tamanho não importa, o importante é saber fazer, vem aqui...
    Então Valeska pegou Sal na mão, agarrou-o com carinho e masturbou-se com ele. Sal estava meio tonto com o vai-vem, mas gostou muito da brincadeira. Valeska gritava:
    -Sal! Ai Sal! Essas suas dobrinhas são uma delícia! Oh! Ah!
    Orgulhoso de não ter feito a plástica, Sal percebeu que poderia ser muito feliz com sua "deformidade física". Valeska estava frenética de tanto prazer que sentia, e acabou chegando ao orgasmo. Sal, todo melado e sentindo-se muito confiante do seu potencial, falou com um tom provocante:
    -Ei gata, que tal agora você me chupar?
    Lambendo os lábios, Valeska atendeu seu pedido. Sal podia ver todos os dentes e obturações da coroa, e o melhor: sentia a língua roçando em sua pele flácida. Após alguns segundos, Valeska parou. Sem entender o porquê, Sal perguntou:
    -Por que você parou?
    -Ai Sal, você é a melhor coisa que podia acontecer nesta noite! Você é tão gostoso...
    E então Valeska o comeu, lambendo os lábios.


    quinta-feira, 7 de outubro de 2004, by Fabricio von

    Eta semaninha atolada, puta que pariu! Enfim, hoje tive um tempinho pra navegar na Internet e entrei na comunidade SouMongol do Orkut. E eis que lhes apresento:

    Texto Non-Sense Comunitário!

    Paulinha tinha um problema: precisava de dinheiro para comprar uma prótese dentária, então resolveu ir ao dentista. Chegando no consultório, ela descobre que o dentista era o Pinóquio. Atraída pelo enorme nariz, ela decide perguntar:
    -Como você assoa o nariz?
    -Minha meleca é de verniz!
    Assustada, continuou a consulta, quando uma fada aparece dizendo:
    -Este dente me pertence!
    Então, Paulinha tirou uma arma escondida embaixo da saia, e disse:
    -Sou um travesti! Você pode me passar todo seu dinheiro ou vai levar chumbo!
    De repente, a secretária chega e começa a ficar nua. Mas ela era o Pikachu, e começou a emitir luzes. Atraídos pelas luzes, alienígenas entram e tentar abduzir Paulinha, que peida e mata todos, menos o vereador escondido, que saindo do esconderijo diz:
    -Paguei os Ets!
    Então, foi preso por comprar votos. Mas sabe como é político, escapou por uma brecha nas leis e foi fazer trabalho comunitário no Tibet, onde conheceu sua boneca inflável do amor.


    Quer participar dessa história? Entre na comunidade SouMongol do Orkut e faça sua parte. Vamos fazer deste texto non-sense o maior de todos, quem sabe infinito...


    domingo, 3 de outubro de 2004, by Fabricio von


    Que tipo de bêbado você é?


    03 de outubro, o maldito domingo em que grande parte da população será obrigada a sair de casa pra fazer algo obrigado, votar. Se ao menos ainda pudesse anular o voto pela Internet, mas não, todos temem a possível fraude. Porra, e se houve fraude, que diferença fará? No final das contas todos os políticos farão a mesma coisa: superfaturarão obras, não cumprirão suas promessas e enganarão o povo mais uma vez daqui a 4 anos. Então só me resta desejar a você boas eleições... boas, muito boas... piada.