quinta-feira, 30 de setembro de 2004, by Fabricio von

Faculdade. Bateu aquela vontade de dar uma mijadinha gostosa. Saí da sala e fui até o banheiro. Fechei a porta, abri o zíper e na hora que olho pra baixo, vejo uma lesma dentro do vaso sanitário tentando subir. Ah maluco, num pensei duas vezes: mirei bem na cabeça da bichinha e mandei-lhe aquele jato de urina! A lesma ainda tentou lutar contra o impiedoso dilúvio úrico que a atingia, mas ela se torceu toda e escorregou até ficar boiando na água espumante. Como era de se esperar, fiquei ali, rindo da minha insanidade mental e da falta de sorte da lesminha, que desceu girando com a descarga. Agora eu fico pensando: se ela pudesse falar, o que teria dito?


quarta-feira, 29 de setembro de 2004, by Fabricio von

Não tem nada melhor do que sair com seus amigos, ser o único a permanecer sóbrio até às 3:30 da manhã e, na hora de ir embora, tocar a campainha das casas, sair correndo e observar seus amigos bêbados tentando correr e gritando
freneticamente no meio da rua. Neguinho cruza as pernas, esbarra nos muros, faz arremesso de paralelepípedo, late de volta pros cachorros, e sem contar que bêbado acha graça de qualquer coisa. Um amigo meu, rouquinho e chapado:-Aíííí... tu sabe quem é o Osni? É aquele que te comeu com o sky!
E todo mundo rolando no chão (literalmente) de tanto rir, e eu lá, achando a pior piada do mundo. E como a gente voltou a pé, o desgraçado veio repetindo a mesma piada a cada 500 metros, e todo mundo ria como se fosse a primeira vez que tivessem ouvido a piada. Lastimável, porém muito engraçado.


sábado, 25 de setembro de 2004, by Fabricio von

Tire as crianças da sala. O que você verá a seguir é politicamente incorreto. Mas não me leve a mal, um pouquinho de humor negro não faz mal a ninguém. Isto é o esboço do que meu camarada disse que viu numa camisa:



Casa de uma pessoa. Você pede pra ir ao banheiro. Abre a torneira, lava as mãos e aproveita que a água é quentinha pra lavar a cara também. Delícia. E na hora de enxugar o rosto na toalha, você sente aquele cheiro. Cassete, não tem nada pior do que aquele cheiro ardido de toalha molhada! E olha que era toalha de rosto, nem poderiam dar a desculpa de que alguém tinha enxugado o suvaco ali. No fim das contas larguei a toalha pra lá e me enxuguei com papel higiênico, que tinha cheirinho de pêssego. Pode até ser que aquela teoria de que papel higiênico é feito de material reciclado seja verdadeira, mas o que os olhos, ou melhor, o que o nariz não cheira, o coração não sente.


quinta-feira, 23 de setembro de 2004, by Fabricio von

Ligo a TV. Telejornal. Pesquisa com o povo sobre o que acham de anabolizantes. Respostas normais, até que um sujeito abre a boca:
"É, isso não presta! Além de fazer mal pra gente, também faz mal pro corpo... né?!"
Porra, como assim? Agora meu corpo não faz mais parte de mim, sou apenas uma alma vagando por aí? E o pior é que o entrevistado deve ter ficado todo bobo em casa: "Ô mulher, corre aqui! Olha eu na TV dando entrevista! Viu só como teu marido é importante?!". Francamente...


terça-feira, 21 de setembro de 2004, by Fabricio von

Finalmente fui fazer a avaliação física na academia. Se parar pra pensar é uma parada bem gay, eu (só de cueca) e mais um homem trancados numa salinha com colchonetes espalhados pelo chão, mas graças a Deus o médico não é viado. E vai, rabisca aqui, mede aqui, pesa, deita, estica o braço, faz abdominal, um monte de coisas que eu jamais pensei que teria que fazer. Quando ele falou que eu tinha menos de 8% de gordura corporal fiquei todo bobo, porque isso é abaixo da média. Mas o que me deixou bolado foi na hora que tive que fazer 5 minutos de ergométrica. De minuto em minuto eu tinha que dizer a pulsação que tava marcando. E começou, 120. Próxima, 145. Depois, 155. Aí eu já comecei a ficar nervoso, mas continuei pedalando. 165. "Caralho, eu vou enfartar!", pensei. Eu não tinha noção que um coração podia bater tão rápido, eu imaginava que com 160 a pessoa já caia desmaiada no chão. Vai ver que foi por isso que acabei ficando nervoso. E pra fechar legal, 170 batimentos! Eu olhei assustado pra cara do médico, esperando uma resposta do tipo "Você tem que operar o coração", mas não, ele falou: "Relaxa, isso acontece...". E o mais estranho é que eu não tava cansado! O médico disse que é porque eu não tenho feito exercícios regularmente, e isso é verdade, o único exercício que eu tenho feito é passear com a minha cachorra na rua quando ela pede; fora isso, é só levantamento de garfo mesmo. Agora... 170 batimentos?! Uhuw, eu sou sinistro! Com um pouquinho mais de prática eu fecho 200 e ainda entro pro livro dos recordes!


sábado, 18 de setembro de 2004, by Fabricio von

É tão legal quando você depende de ônibus pra voltar pra casa... Em plena sexta-feira, você sai da universidade correndo, debaixo de chuva, escorrega, cai de bunda numa poça, levanta, continua correndo, e quando chega ofegante e com a cueca molhada no ponto, você descobre que o seu ônibus quebrou! Nossa, foi uma sensação tão boa saber que eu teria de esperar até 23h pelo outro buzão, quase gozei de tanta alegria! E pra melhorar ainda mais a já tão maravilhosa noite aparece um playboy filha da puta num Golf e passa em cima duma poça pra molhar as pessoas, entre elas, eu! É felicidade demais pra um só dia! :)


quinta-feira, 16 de setembro de 2004, by Fabricio von

Não tem nada que me estresse mais do que época de eleições. Bastaram dois fatos que presenciei pra me deixar puto da vida. O primeiro foi semana passada. Seis horas da noite, e o habitual trânsito lento estava caótico, e ninguém sabia o porquê. Após muitas buzinadas e xingamentos, fiquei olhando aquilo sem acreditar: uma carreta gigantesca, rodando no apertado centro histórico de Petrópolis. Se ainda fosse uma carreta à serviço, beleza, mas ela não estava transportando nada, só tinha umas faixas enormes de um candidato a vereador fixadas nas suas laterais. Se eu tivesse pedra eu tacava. Mas a gota d'água mesmo veio com um desses "showmícios". Dez e meia da noite, o filho da puta do candidato decide fazer uma festinha em frente à uma Igreja para ganhar votos, e contratou um "cantor" de pagode, um tal de Waguinho.
-Aê mulheraaaada, vamos apoiar o nosso futuro prefeito, Leandro Sampaio!
O Zé-povinho grita.
-Poeiraaaaaaaaa, poeiraaaaaaaa...!
A multidão vai à loucura.
-Como é bola em inglês?! E gato? Bola Gaaaaato! Ae mulherada, vamos liberar pra rapazeada o BolaGato, o Ballcaaaaat!
Porra, é o cúmulo. Neguinho no microfone incentivando o boquete grupal na frente da Igreja. E o candidato lá em cima do palanque, sorrindo. É por essas e outras que escolher um candidato decente é tão difícil quanto presenciar o enterro de um travesti anão japonês.


terça-feira, 14 de setembro de 2004, by Fabricio von

É cada jumento que aparece na vida das pessoas... Meu amigo tem uma rádio local. Alternativa. Comunitária. Tá bom, é uma rádio pirata, mas isso não vem ao caso. Subitamente, o sinal da rádio começou a falhar, e alguns dias atrás a rádio ficou fora do ar. Eles fuçaram todo o equipamento dentro do estúdio, e estava tudo certo. Então foram procurar o problema na antena de transmissão, estrategicamente localizada num barraco no alto de um morro. Resumindo: esse meu camarada e os amigos dele subiram o morro procurando uma pessoa bem ingênua, que deixasse instalar o transmissor em sua casa. Então encontraram este sujeito, que morava num barraco que nem eletricidade tinha. Então fizeram a instalação elétrica em troca do ponto da transmissão. Como o sujeito era bem ignorante e nem tinha noção da merda que poderia dar para ele ao instalar uma antena de rádio pirata, ele aceitou. Fixaram o transmissor numa prateleira da parede do barraquinho e jogaram a antena para fora da janela. Deu tudo certo, o sinal estava uma maravilha. Mas como se sabe, o sinal falhou, e eles foram ver o que havia ocorrido. O que aconteceu é que o transmissor simplesmente estava todo torrado, preto, com cheirinho de queimado. E por quê? Simplesmente porque o animal do dono da casa colocou um fogão a lenha debaixo da prateleira do transmissor, e este aos poucos virou um pedaço carvão. Final da história: a rádio ainda está fora do ar, porque o dono do barraquinho não tem dinheiro para comprar um transmissor novo, e o conserto do aparelho, cheio de fuligem e cinzas, vai demorar mais de um mês. É, o barato sai caro. E queimado.


segunda-feira, 13 de setembro de 2004, by Fabricio von

Provavelmente você já acessou um daqueles sites estrangeiros que abrem aqueles banners piscantes com frases do tipo "VOCÊ GANHOU UM CARRO! CLIQUE AQUI!". Eu nunca caí nestas pegadinhas de marketing, não porque eu estudo e entendo (um pouco) do assunto, mas simplesmente porque é ridículo demais pra ser verdade. Mas ontem eu tava vendo uma série de pesquisas, e fiquei chocado com o resultado de uma: mais de 70% dos internautas norte-americanos clicam nesses banners. Porra, como assim?! Será que americano é tão burro que acredita nessas porcarias? E eu acho que acreditam, senão esses banners ridículos simplesmente não seriam mais vistos. E ainda há quem diga que eles têm, em geral, um intelecto avançado. É, muito avançado...

*** Por falar em banner, esses banners do SouMongol existem pra manter o servidor dos testes. Quem me dera eu tivesse grana sobrando pra manter um servidor sem banners, mas já que não tenho, dependo disso. Ah, e sempre que puderem cliquem nesses banners, mesmo que você não queira comprar o produto, pelo menos você vai tar ajudando o SouMongol a manter-se funcionando :D


sábado, 11 de setembro de 2004, by Fabricio von

Texto Non-Sense n° 13456, o vereador do povo. Vote 13456, e confirme!

Valdimírisom era uma criança feliz. Levava uma vida confortável, era amado por seus pais e tinha muito amiguinhos. Mesmo assim, um lado obscuro de sua vida era encoberto de todas as formas. Valdimírisom, chamados pelos mais íntimos de Val, tinha uma mania no mínimo incomum: ele tinha mania de fazer cocô na casa dos outros. Até aí, tudo bem, ainda passa, mas o detalhe é que ele não defecava no banheiro, e sim nos outros cômodos das residências alheias. Sempre que possível, Val pedia licença ao dono da casa e afastava-se até um lugar onde pudesse depositar seu presentinho anal. Valdimírisom ria incontrolavelmente quando via o montinho no chão, nas gavetas ou em qualquer outro lugar onde tinha sido depositado. E após alguns segundos, percebia a cagada que havia feito (em ambos os sentidos) e saia correndo com medo do dono da casa chegar.

Mesmo tendo pais carinhosos e benevolentes, Val não contava sobre seu problema com medo de represálias. Esse era um dos únicos problemas que enfrentava, e isso o assustou muito, ainda mais quando soube que os pais de seus amiguinhos reclamavam de gatos que supostamente entravam pela e faziam cocô pela casa toda. Por diversas vezes Valdimírisom tentou parar, mas o vício era maior que ele mesmo. Até mesmo de madrugada, quando acordava atentado pelo vício, ele saia de casa para fazer cocô na varanda de seus vizinhos. Era um costume fétido, que aos poucos consumia a integridade mental da pobre criança. Mas, por bem ou por mal, esta história estava para ter um fim.

Era uma bela noite de sábado, e Valdimírisom estava arrumando-se para comemorar o aniversário de um coleguinha. No meio do caminho, sua mente já o instruía onde seria o lugar mais excitante para se soltar o cocozinho. A festa começou, e Val comeu muita porcaria. Croquete, empadão, coxinha, brigadeiro, refrigerante, salaminho, nescau, azeitona, milkshake, sorvete, balas, chocolates, abóbora, couve-flor, costela no bafo, e tudo mais o que tinha direito. Lá pro fim da festa, ele decidiu atender seu vício e procurou um lugar para depositar seu montinho. Subiu as escadas e entrou no quarto da mãe do seu coleguinha. Não havia ninguém naquele andar, e foi tentador ver aquela cama gigante cheia de almofadas, um lugar perfeito para esconder seu cocô. Val subiu na cama, tirou a roupa e agachou-se. Estranhamente, nada apareceu. Forçou, forçou e forçou, mas nada! Valdimírisom estava começando a ficar preocupado, mais de dois minutos que estava ali e não havia soltado nem uma bolotinha. Ele queria botar a roupa e sair do quarto, mas o vício não deixava. Fez mais força do que nunca em toda sua vida, mas nem um peidinho saiu. Então Val perdeu o controle sobre si próprio e enfiou um dedo dentro do fiofó, afim de tirar alguma coisinha de dentro. Nada. Dois dedos. Três. A mão inteira. A dor era imensa, Val chorava com uma almofada na boca para não chamar a atenção dos outros, e nada da bosta sair. Desesperadamente, começou a rodar a mão dentro do bumbum pra tentar puxar alguma coisa. Finalmente conseguiu. Mesmo sentindo uma dor bizarra, ele continuou puxando. Sem dúvida aquele era o maior cocô que ele já havia visto. Então Valdimírisom viu sangue e desmaiou ali mesmo, peladinho, no meio das almofadas. Alguns minutos depois foi encontrado e levado para o hospital, onde sofreu algumas cirurgias para recuperar-se. Pobre criança, nem sabia que aquilo não era um cocô gigante, e sim seu intestino, que sofreu a maior prisão de ventre que já havia tido.

Moral da história: Sempre tenha um Lactopurga no bolso.



Que tipo de político você seria?


Se alguém me fode (no bom sentido), com certeza vai levar uma foda de volta. Quase 23:00, no ponto de ônibus, cansado, louco pra voltar pra casa, e um dilúvio toma conta da calçada, molhando a calça de todo mundo que ali estava. O filho da puta do português da padaria e seus subordinados estavam lavando o chão da padaria, e não avisaram ninguém que ia voar água. Todo mundo reclamou, e o desgraçado do portuga ainda nos culpou por estarmos parados em frente à sua padaria. Ah, vai se fuder! Mas também não vai sair barato pra ele. Aproveitei que tava com minha câmera e tirei algumas fotos pra incriminar esse bastardo. Polícia? Prefeitura? Porra nenhuma, eu vou reclamar com um cara meio maluco que faz um programa de televisão aqui em Petrópolis, um tal de Brazilino. Com ele não tem papa na língua. Pode ser até delegado, ele mete o pau, e geralmente ele se dá bem. Exagerei? Sinceramente acho que não, neguinho é folgado pra cassete. Agora só me resta esperar e rir da cara do português tentando se explicar na televisão.


quinta-feira, 9 de setembro de 2004, by Fabricio von

Tou voltando pra casa a pé, tranqüilinho, tirando fotos pra um concurso, quando na direção oposta ouço aquele barulho de batedeira clássico de um Fusca. E a medida que o carro se aproximava, percebi que era um fuscão azul geladeira por conta do capeta, e cheio de gente com a cabeça pra fora da janela. Passaram por mim: "Eeeeee vvviiiiaaaaaaaadoooooooo...". Parei e fiquei rindo sozinho. Um Fusca rebaixado tocando funk, com um bando de homem sem camisa dentro e eu que sou viado... aham.


quarta-feira, 8 de setembro de 2004, by Fabricio von

Se você assistiu aquele lendário Predador 1, com o Schahawaseilazneger, nem perca tempo vendo Alien Vs Predador... eu achei o filme fraco. Bom, pelo menos uma coisa valeu a pena: não tem nada melhor do que entrar no cinema com um garrafão de 2 litros de Coca-Cola, entornar a garrafa goela abaixo e fazer campeonatinho de arroto imitando o barulho do Predador...


terça-feira, 7 de setembro de 2004, by Fabricio von

Puta merda, se tem uma coisa que eu odeio são pessoas falando o que você deve fazer da sua vida. Como você deve saber, eu tou solteiro, e tem algumas pessoas que acham isso inadimissível. "Ai Fab, você é tão lindo, devia correr atrás de alguém!". Porra, vê bem se eu tenho cara de carrocinha pra ficar correndo atrás de cachorro. Eu acredito que as coisas tem uma hora certa pra acontecer, e não vou forçar a barra pra nada, até porque tou muito bem solteiro, aprendi a gostar de mim. Se alguém aparecer na minha vida, aparecerá, e a afinidade mútua cuidará do resto. Me acha bonito, simpático, etc? Brigado, de coração. Só não fica falando que eu preciso arrumar alguém por causa das minhas qualidades.


segunda-feira, 6 de setembro de 2004, by Fabricio von

Comprei uma coisa. Dei uma nota de 10. A mulher me deu o troco, algumas notinhas de 1 real. Em casa eu abro a carteira pra tirar o dinheiro e vejo uma dessas notas com a seguinte frase: "Comi o cu da tua irmã". Mesmo se eu tivesse irmã eu teria gargalhado do mesmo jeito... ê povinho original!


Testes personalidade - Novo Teste

sábado, 4 de setembro de 2004, by Fabricio von


Que personagem de Happy Tree Friends você ama?


Tipiri piripi riri, Tipiri piripi riri, Tipiri piripi riri, Tipiri pipipipipi! Lãgalãgalãga, Lãgalãgalãga, Lãgalãgalãga, Tantarapapá! Lalalalala, lalalalala, lalalalala...

(se o teste não abrir, é porque estamos com problemas no servidor)


sexta-feira, 3 de setembro de 2004, by Fabricio von

Porra, se você tá coçando o saco (ou a perseguida), tá enjoado de ver os filmes da Sessão da Tarde e adora terror, faça uma coisa: pegue um livro de Stephen King e leia. Comecei a ler, e pelo visto não vou conseguir parar, esse desgraçado escreve de um jeito que te prende, não dá vontade de parar nem pra dar aquela mijadinha básica. E o engraçado é que eu sempre odiei ler, sempre. Se eu visse um livro de 50 páginas, eu torcia a cara e dava um jeito de arrumar um resumo do livro só pra não ter que ler aquele “mundão” de páginas. Agora 200 páginas acabam rápido. Acho que ler vicia mais do que Coca-Cola, e suponho eu que ler demais não faz mal, a menos que você se inspire nos personagens macábros do Stephen. Bom, pra quem quiser mais informações, acesse stephenking.com.br e descubra um pouco mais sobre este mestre do terror. E não, esse filho da puta não está me pagando pela publicidade... podia pelo menos me dar mais livros pra sustentar meu vício.


quinta-feira, 2 de setembro de 2004, by Fabricio von

Cara, que vergonha. Ontem fui cortar minha juba e, como de costume, procuro variar entre os salões pra ver em qual deles meu cabelo fica menos pior. Por orientação de um amigo, fui no salão de uma mulher com quem ele já tinha cortado. Sentei na cadeira, coloquei a "capa do Batman" e a mulher foi borrifando meu cabelo. E vai, corta aqui, tira ali, e então a mulher passou a tesoura na minha nuca, e me arrepiei todo. Ela parou. Ok. Ela volta a passar a tesoura no meu pescoço e eu me arrepiei de novo. Ela ficou rindo, olhou pra minha cara e falou:
-Hmmm.. quer dizer que eu achei uma zona erógena e te deixo todo arrepiadinho né?
Se a mulher ainda fosse bonita e não tivesse zoando com a minha cara eu responderia no mesmo nível, então só dei uma risadinha... e o pior é que não gostei do corte, tou parecendo um molequinho de 10 anos com o cabelo todo arrepiado.