Eu tava lendo sobre a II Bienal do Livro de Petrópolis e, sem querer, acabei lendo o endereço do Palácio Quitandinha. Cassete, olha isso:
Palácio Quintandinha: Av. Joaquim Rolla, 2 - Petrópolis, RJ
Qual é o pai que tem coragem de colocar um sobrenome tão indecente em um filho? Imagina só como um moleque seria sacaneado na escola se tivesse uma Rolla no nome... pobre coitado! (Se você que está lendo esse texto possui o sobrenome Rolla, só te faço uma pergunta: Rolla dentro, Rolla fora? Huahuahuahua...)
É cada coisa que a gente acha no meio da rua...
E respondendo os comentários, o Tiago tá meio sumido porque ele tá apaixonado... Xi, quebrei alguns corações :/
Há algum tempo eu sou fã da seção S.A.C.aneie do Cocadaboa. É sempre engraçado ver as perguntas feitas às empresas. Mas o que tá me fazendo me mijar de rir foi o inglês que a cidadã usou, olhem isso:
Empresa: Pringles (batatas geneticamente alteradas para caberem em potes)
Autor: Bob Bactéria (leitor)
Im a brazilian girl. I dont speak english very well, so, if you dont understand my english, sorry. I have a big hand... very very very big hand and my hand dont entra (i dont know this word) in the tube of the potatoes (arruma um brasileiro aí pra traduzir que vai ser dificil explicar isso, por favor) . just my little fingers (dedinhos) touch the potatoes chips and i can't get and eat the potatoes chips. (entenderam? Nao consigo comer porra nenhuma porque minha mao é imensa e nao cabe no tubo das batatas. Fico emocionada quando consigo tocar as batatinhas com os dedinhos porque aí posso lamber os dedos pelo menos)
Can you create a new.. a new... a new place to put the potatoes chips?
I need some return.
Thanks
Luzimaura Azevedo
"My hand dont entra". Huahuahuahuauhahuauha!!
Sim, eu sou um inútil e criei um personagem com o meu dedão.
"Os pobre vai na festa do bacana
Não é pra comemorá niversário
É só pra tomá caldo de cana
E catá rôpa do armário
Os rico chama pra comê bolo
E os pobre começa a se aglomerá
Eles enfia o bolo no bolso
E num vê a hora de outro pedaço catá
Aí vem os cocrete
E os pobre parecendo vedete
Ispremendo o salgadin como se foçe um santo
Na hora do cajuzin
Todo mundo qué mais umzin
Esse povo é de dá espanto."
(by Fabricio - 2000)
Que lindo jogador de futebol você é?
Eu sempre odiei literatura, mas quando eu não tenho nada pra fazer eu crio "poemas", como este:
"Filó era uma vaquinha
Filó era muito feliz
Filó tinha tetas grandes
E soltava pus pelo nariz
Romário era seu dono
Ele acordava cedo todo dia
E se a ordenha não dava leite
As tetas de Filó ele mordia
Filó não gostava daquilo
Por isso resolveu reclamar
Com o boi chifrudo Filó desabafou
E de Romário o boi quis se vingar
Numa noite, Romário fora ordenhar
Com a escuridão, teve que ir apalpando
Mas no lugar de Filó estava o boi
E o pau do boi Romário acabou chupando"
Mais um texto non-sense:
O martírio começou ao debiscar aquele simples bolinho. Ele poderia ter sido o bife de ontem, ou até mesmo a carne moída de amanhã, mas não, eu estava pré-destinado a consumí-lo. A primeira mordida após dez horas de abstinência fora um orgasmo estomacal, e nem mesmo o gosto amargo de óleo reutilizado pelo indecoroso comerciante me fez refletir sobre a qualidade duvidosa do produto em questão. Dei a segunda, a terceira, dei 'N' mordidas. Sem dúvida era o pior bolinho de carne e ovo que já havia comido, mas, como todos sabem, a fome é negra.
Inadequadamente porém alimentado, mandei o dono da birosca pendurar na conta, e dirigi-me até meu local de labuta, um prédio em construção, localizado em uma área nobre da metrópole. O sinal soou, e pus-me a trabalhar. E quanto mais eu trabalhava, mais eu me sentia indisposto, o suor minava da minha enegrecida cútis. Continuei virando massa, até que uma hora minha barriga estremeceu. Fiquei assustado com aquilo, e então ela abalou-se novamente. Imediatamente concluí que o bolinho que se alojou no meu estômago não havia me feito muito bem. Afastei-me de meus colegas de trabalho e, muito discretamente, tentei soltar um peidinho pra dar aquela aliviada na barriga. Foi aí que a casa veio abaixo. A casa não, a merda. Caguei-me, e caguei-me fedido. Morrendo de medo de algum de meus comparsas descobrirem o que acabara de acontecer com minha pessoa, saí correndo em direção ao banheiro da obra, um buraco no chão envolto em uma cortina de box. Arreei as calças e pude analisar o estrago. Minha cueca branca agora era marrom, e talvez nunca mais voltasse a ter sua cor original. Desesperado e sem papel higiênico no local, tive que usar a imaginação. Finalmente limpei-me e, apesar de ter ficado com o traseiro cinza, agradeci a Deus por ter colocado aquele saco de cimento na minha direção. Aliviado, voltei ao trabalho.
O tempo passou, minha indisposição estomacal já era coisa do passado, mas algo estava me incomodando. Ao sair do emprego, meu ânus começou a se comportar de maneira incomum, parecia me prender. Chegando em casa, e doido para extinguir o cheiro de ovo podre que alojou-se em meu corpo, tirei minha roupa. Daí pude ver o estrago que havia feito a mim mesmo: o cimento juntou-se à diarréia, formando uma crosta dura, marrom e fedida. Peguei sabonete e esfreguei-o em meu fiofó, na esperança de soltar o reboco. Nada. Desesperado, lambuzei meu esfíncter com óleo de cozinha e esfreguei com uma escova de dentes velha. Mas meus esforços foram em vão, a crosta ali permanecia, firme feito rocha. Não encontrei outra solução, senão telefonar para meu primo, que era médico. Expliquei minha situação, e ele parecia não acreditar em uma história tão bizarra.
Quando ele chegou e viu meu estado, ele ficou chocado. Imediatamente fui encaminhado a um hospital para uma bateria de exames. O resultado dos testes não era nada animador: o cimento misturou-se a substâncias provenientes do bolinho e causou-me uma reação alérgica que, se não fosse tratada a tempo, poderia tornar-se uma infecção. Primeiramente, os médicos deveriam tentar remover a crosta. E ela não poderia ser retirada a força, já que o ânus é uma região muito sensível e cheia de vasos sanguíneos. A radiação era minha única esperança. Fui submetido a várias seções radioterápicas, que infelizmente não surtiram efeito. Eu estava inconformado, e convencido de que iria morrer, não havia mais o que ser feito para poupar minha vida.
Mas um médico revolucionário, hoje um grande amigo meu, resolveu me ajudar. Ele tinha uma solução definitiva, porém radical: a amputação de minha bunda. Aquilo parecia inconcebível, um sujeito andando por aí, sem as suas nádegas, mas era ou isso, ou a morte. Optei por fazer a operação, e hoje estou muito bem, apesar de não poder sentar-me em lugar algum. Mas confesso, eu sinto muito a falta da minha querida e molenga bunda. E pensar que a perdi por causa de um bolinho... a vida é cruel, e o bolinho estragado.
Gênio da Semana: Zeca Pagodinho
"Vou comprar uma faixa amarela bordada com o nome dela
E vou mandar pendurar na entrada da favela"
"Vou comprar um pão fresquinho
Litro de leite e manteiga
Cem gramas de salaminho
Pra agradar minha nega"
Como diria o saudoso Caco Antibes: "que coisa mais pobre!" E é por isso que eu amo ser pobre! Não por causa da faixa amarela, mas por causa do pão fresquinho com salaminho, não tem coisa melhor pra se comer com café. Aliás, tem sim... pão com mortaNdela!
Carácoles, esse website é pra quem tiver muito tempo pra perder vendo idiotices: Stupid Videos. Tou até pensando em mandar alguns dos vídeos ridículos que eu fiz...
Neguinho é engraçado pra cassete... ontem ligaram lá pra casa, procurando pela minha mãe, e falaram que era do Itaú, e que estavam recadastrando os clientes. E para isso eles estavam pedindo o CPF e o número da conta. Aham, nego acha que eu sou burro. Deu vontade de perguntar se ele não queria a senha do cartão de crédito também. Pena que eu não tenho bina, senão podia ter ferrado esse espertalhão desse "gerente". E o pior é que tem gente que cai nessa... falta de informação é um problema sério!
Nossa, eu tenho a mente muito vingativa. Hoje eu tava indo pra fila do ônibus, que costuma vir meio cheio de manhã. Daí eu tou quase chegando no ponto, só ouço alguém correndo atrás de mim e passando a minha frente na fila. Mulher filha da puta, além de feia é otária. Entrei no ônibus, ela foi sentada e eu fui em pé. Mas beleza, segui a viagem numa boa. E na hora de saltar, a vadia salta no mesmo ponto que eu. Mas como diz o ditado "aqui se faz, aqui se paga", não sei o que ela arrumou com a sandália plataforma e TIBOF! Capotou pela porta do ônibus... foi lindo ver a mulher ajoelhada no chão! Será que eu tenho mesmo esse poder mental? Hohoho...
Hoje de tarde eu estava tendo um flashbacks engraçados... teve uma época que o Tiago e eu estavamos viciados em pedir coisas de graça na Internet. Cd's do MP3.com, adesivos, chaveiros, poster, ração pra cachorro, qualquer coisa que fosse grátis a gente pedia. Até que um dia o Tiago disse que a TI (Texas Instruments) estava fornecendo amostras grástis de peças de eletrônica. Não perdi tempo: pedi qualquer peça que apareceu na lista e fiquei todo bobo ao ver a mensagem "Seu pedido foi aceito com sucesso". Algumas semanas depois, a campainha tocou e fui ver quem era. Era um maluquinho num macacão, e atrás dele um caminhão de uma transportadora.
"Encomenda pro Sr. Faaabricioooo!", gritou o cara.
Fui correndo até o portão, e estranhei quando o cara pediu pra eu assinar e dar o número da minha identidade. Forneci os dados, e então ele abriu o caminhão. Duas caixas do tamanho de caixas de sapato! Caraca, eu nunca tinha recebido uma coisa grátis tão grandiosa! O caminhão foi embora, e abri as caixas ali mesmo, no quintal. E quando eu abro, eu literalmente "tranquei". Um papel da Receita Federal, com o emblema do Banco do Brasil e uma boleta bancária. Quando eu vi o valor eu comecei a tremer, afinal, meus pais arrancariam meu couro. Eu não acreditava no que eu tava vendo, um valor infinitamente maior que a minha mesada, e tudo porque eu tinha cismado de pedir coisas grátis na Internet. Eu acho que fiquei tão desesperado, mas tão desesperado, que o "cara" lá de cima me deu uma luz e eu li no final do papel: "O pagamento foi efetuado pelo remetente". Nossa, ler aquilo foi praticamente um orgasmo espiritual. Realmente era tudo de graça, e eu fiquei muito feliz, mesmo não sabendo pra que eu usaria aquelas peças. Por falar nisso, elas tão jogadas no meu sótão até hoje...
Você tá curioso pra saber qual foi o valor escrito na fatura? Então vou saciar sua vontade com esta foto. Baratinho, não?
Caraca, mais um texto ridículo que eu digitei há mais de um ano atrás...
Perícia confirma: mortes foram causadas por cerveja contaminada
Neste último mês deram entrada nos hospitais públicos e particulares da cidade cerca de 250 pessoas apresentando os mesmos sintomas (diarréia, convulsões e falência múltipla dos órgãos). Até agora todos que apresentaram estes sintomas morreram. Hoje a perícia concluiu que a causa desta catástrofe é a contaminação de uma cerveja petropolitana. A fábrica passou por inspeções, e dentro do reservatório foi encontrado o Matomermolanato de Morredesgraçol, substância altamente tóxica encontrada em ogivas nucleares.
A cervejaria está interditada e não existe previsão de quando irá voltar a funcionar. O presidente da cervejaria não foi encontrado, mas a assessora de imprensa, Marluce Vatapá, declarou que a cervejaria não tem culpa sobre a contaminação da cerveja. ”Recebemos um telefonema anônimo mês passado, e ficamos sabendo que a contaminação aconteceu quando um pichador invadiu a fábrica pela noite e jogou uma ogiva nuclear no reservatório”, disse Marluce. Quando perguntamos porque um pichador jogaria uma ogiva nuclear no reservatório de uma cervejaria de pequeno porte, ela ficou sem palavras. Perguntamos também porque a suposta ogiva nuclear não havia explodido. Marluce Vatapá ficou extremamente nervosa. “Porque não foi encontrada nenhuma ogiva nuclear dentro do reservatório?”, perguntamos. Ela saiu correndo.
As famílias dos presuntos estão revoltadas: querem justiça e, claro, uma indenização altíssima para aproveitar a vida como nunca fizeram antes. “Meu marido abriu uma lata desta cerveja, tomou um gole e caiu no chão se contorcendo e gritando feito uma gata no cio”, conta dona Marinalva, chorando. “Meu Adalberto está morto! Ninguém pode traze-lo de volta, e eu exijo que me paguem, seja com o dinheiro sujo da indenização ou com a própria alma!”, concluiu dona Marinalva, liberando uma risada satânica e secando as lágrimas com a brasa do inferno que queimava em seus olhos endemoninhados.
Mas a situação continua lastimável. Mesmo após a confirmação das mortes, as pessoas continuam comprando desta cerveja, que teve seu preço reduzido em 40% pelos supermercados. As vendas desta cerveja cresceram 65%. O gerente de marketing de uma famosa rede de supermercados da cidade diz que têm consciência de que a cerveja mata, mas também diz que nada importa mais para a empresa do que lucro obtido com a venda deste produto. Perguntamos se ele não se preocupava com um aumento da mortalidade da população com esta medida, e ele respondeu que se importa muito, não pela dor que as famílias sentirão com a perda de seus parentes, mas pelo crescimento do número de mortos, fato que triplicará a venda de velas, caixões e coroas de flores, produtos que agora são comercializados nos supermercados da região.
Sabe aquele ditado... "só quando chover canivete"? Então, acredite nele. Cassete, ontem eu tava andando na Rua Teresa com minha mãe quando, do nada, uma faca cai dos céus, a 3 metros da gente. Eu fiquei olhando aquela merda sem entender nada, daí uma mulher lá de cima grita:
-Ai meu Deus!!! Minha faca caiu!!!
Era um restaurante a kilo na sobreloja, e a mulher tava comendo no parapeito do prédio porque tava sem mesa livre. E depois da explicação, ela ainda pede a minha mãe pra deixar a faca na loja de baixo. Minha mãe pega a faca e chega no balcão da loja. E o balconista, um velhinho, começa a tremer quando vê a faca. Se minha mãe não fala que foi uma moça que pediu pra deixar a faca ali com ele, o velho enfarta... No mesmo dia eu quase levei uma facada na cabeça e também quase me tornei um assaltante. Legal...
Cassete, tem coisa mais rentável do que cesta de Páscoa? Hoje um maluco praticamente me empurrou uma rifa e, chocólatra como sou, comprei-a, um real. E olha que a cesta nem é tãããão boa assim: 3 ovos médios da Lacta e uma caixa de bombom. O que me deixou bolado mesmo foi o número de cupons que o cara tinha: duzentos! O vagabundo (se der sorte) vai ganhar pelo menos 150 reais, e a minha chance de ganhar essa "maravilhosa" cesta é de 0,5%. Muito bem, Flipper!
Caraca, não posso deixar de comentar sobre os comentários anteriores. Aquela história da lista do dinheiro, ahuahuauhahuahuauha! E o pior é que eu já participei! É claro que eu não mandei dinheiro, apenas recebi. Num fiz esforço nenhum, apenas meti meu nome como primeiro da lista, joguei o texto num antigo site meu e esperei. E do nada surge na minha caixa de correio envelopes amarelos com dinheiro! E tudo às custas de gente que não pensou direito e mandou o dinheiro... santa ignorância! Na época eu tinha uns 14, 15 anos, nem tinha medo das consequências. Por isso eu aviso: não participem disso não galera... se os Correios descubrirem a treta vão mandar a Polícia Federal te fazer uma visitinha... e não vai ser pra tomar café! :P
Eu preciso de pelo menos R$ 42.000 pra realizar um dos meus sonhos de consumo. Algúem gostaria de me ajudar?
Tem muita gente sem noção espalhada por aí. Hoje eu fui na mercearia comprar chocolate (meu vício) e quando eu cheguei lá tinha um cara meio bêbado, ou meio maluco, sei lá. Só sei que ele chegou no balcão e pediu dois "varejão". O comerciante deu os cigarros e o mendigo pagou. E enquanto o dono da mercearia me atendia, eu fiquei reparando no cara que comprou cigarro. Ele ficou cheirando os cigarros (apagados) e olhando-os, como se desconfiasse de algo. E como se não bastasse, ele amassou os cigarros, dobrou-os e colocou-os dentro da carteira! Agora eu me pergunto: pra quê dobrar cigarros ao meio e colocá-los junto do dinheiro?! Será que ele gosta do aroma das notas sujas de 1 Real? Ugh...
Que produto dos anos 80 você adora?
Eis uma homenagem ao povo que nasceu na mesma época que eu, os maravilhosos e eternos Anos 80, que infelizmente não voltarão mais e ficarão apenas nas lembranças nostálgicas desta época mágica que fascinou e continua fascinando milhões de pessoas. Viva os Anos 80!
Hoje estou atolado aqui na minha labuta (finalmente) e, só para não dizer que não coloquei nada, aí vai a letra de Question of Heaven, do Iced Earth, uma banda que eu adoro, queria estar ouvindo agora....
The time is close now, the end is near
My walk through the valley, trails of fear
I feel empty, my penance overdue, I guess it's too late now
To be with you
I'm extremely frightened of what will surely be
I sold myself, the death of me
I know you can't forgive me
I know I'm on my own, I've betrayed you
I walk alone
What exactly is the meaning of this
Just pawns in your twisted game
Severe pain for the lie I'm livin'
For a love I never could betray
Question me not say the lord unto thee
You have chosen your own fate and your own destiny
Denied of this life is what you are to be
You have chosen your own fate and your own destiny
Lord I pound my fists at you
Won't you just let me die
Would I not suffer enough
No inner peace no after life
I did what I thought was right
All for the love of my life
I know it's sad but true
Something is very wrong
Condemned to suffer so long
For a love so true
The question that lies within
Is so hard to understand
It still tears at me
And in my dying breath
My heart holds no regrets
I wouldn't change a thing
My spirit begins to rise into the heavenly skies
Just to be shunned away by you
Now all I want is to die, no streets of gold in the sky
And I wash my hands of you
Rising to the heavens light
Just to plea for death
Just to be denied
Ah, e aos sedentos por testes, relaxem! Amanhã vou colocar um teste novo... tomem um chá de camomila e esperem :P
Ontem pela primeira vez na vida entra numa filial das Casas Bahia (por falar nisso, aquele chato sumiu um pouco da tv.. ufa). Bem, só entrei lá porque o que eu comprei estava 50 reais abaixo da concorrência local e até da Internet. Bom, cheguei lá, pedi o produto ao vendedor e, quando falei que ia pagar à vista, ele já me olhou meio estranho. Claro, a Casas Bahia é mundialmente famosa pelas 892344 prestações sem juros. Bom, o vendedor pegou meus dados (até pra compra em dinheiro à vista tem que fazer cadastro, absurdo!), me deu a boleta, e pediu para eu me encaminhar até o setor administrativo, no segundo andar. Chegando lá, eu fiquei literalmente bolado. Tinham mais de 50 pessoas pra pagar na fila, sem exagero! Na hora eu pensei: "-Fudeu, vou ficar uma hora nessa fila". Mas o vendedor chegou lá e me falou que eu não precisava ficar na fila, afinal, eu tava pagando no pau. Pra quê... eu acho que preferiria ter ficado uma hora na fila que sumia no horizonte. Quando eu cheguei no caixa, geral começou a gritar coisas do tipo "-Fura fila! Pega, pega!" , "Sabe quanto tempo eu tou aqui?! Sabe?!" e "Eu vim lá de Xerém e tenho que aturar um safado furando fila, assim não dá!". Cara, eu não sabia como me defender. A minha sorte foi que um caixa se levantou e falou mais alto que todo mundo: "Quem paga à vista não enfrenta fila de prestação! Por acaso alguém além dele está pagando à vista?!" Ninguém respondeu nada, e isso acalmou os animos. Paguei os 350 reais, peguei meu produto e fui embora, passando do lado da fila. E ainda tinha gente me encarando, resmungado, apontando pra mim e o cassete a quatro. É a primeira e última vez que compro algo nas Casas Bahia. Podem me chamar de preconceituoso ou o que quiserem, mas pobre é foda, se acha o dono do mundo com aquela porra daquele carnê!
Momento poético no SouMongol (se é que isso é possível)
Não te amo mais.
Estarei mentindo dizendo que
Ainda te quero como sempre quis.
Tenho certeza que
Nada foi em vão.
Sinto dentro de mim que
Você não significa nada.
Não poderia dizer jamais que
Alimento um grande amor.
Sinto cada vez mais que
Já te esqueci!
E jamais usarei a frase
EU TE AMO!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
É tarde demais...
Gostou? Pois é, eu também não, ninguém gosta de ler esse poema. Agora, descubra o grande segredo que Clarice Lispector utilizou: leia o poema de baixo para cima. Genial...
Ontem, fiquei tomando conta das provas e encaminhando pessoas até o banheiro. E numa dessas idas, ví ao longe o que parecia ser uma discussão entre dois homens. Fui chegando mais perto e percebi que um deles virava as mãozinhas sem parar. E só quando me aproximei que notei do que se tratava: discussão entre um fiscal de prova e um candidato idoso e, digamos, chegado numa mandioca.
Candidato(a): -Eu preciso ir ao toalhete!
Fiscal: -Pode ir, mas não pode ser nesse, tem que ser no dos homens!
Candidato(a): -Nuuuunca, eu teria vergonha!
Fiscal: -Meu amigo, vai no banheiro dos homens...
Candidato(a): -Isso é preconceito, eu sou uma mulher, sempre fui! Eu vou te processar blá blá blá...
E uma baita galera em volta rindo do caso... Que bicha teimosa! Se não tem banheiro pra meio-termo, tem que ir no dos homens, cassete. E acabou que no final o cara desistiu de fazer seu xixizinho... podia ter ido no matagal que tem atrás da universidade.
Que chato, hoje vou ganhar 50 reais pra ficar tomando conta de marmanjos fazendo prova do TRF... minha carteira agradece.
Ontem eu estava andando pelo centro da cidade tranquilamente, admirando as lojas falidas e o trânsito insuportável, quando do nada puxam minha mão. "Fudeu, assalto", eu pensei. Que nada. Uma cigana (ou algo do tipo) me puxou pra perto dela e começou a ler a minha mão. Como eu não tava com pressa e sempre fui curioso, deixei a mulher terminar o "serviço". E ao final, ela me fala: "-Vejo muita infelicidade em sua vida, que tal marcar uma consulta com a nossa consultora espiritual?". Caraca mané, isso que é marketing agressivo! Jogar medo nas pessoas e vender uma consulta espiritual... Eu não caí nessa, mas acho que muita gente mais crente que eu vai desembolsar uma boa grana pra "ter a felicidade de volta"! Profissionais de marketing... Xi, eu serei um!
p.s.: Caralho, meu sonho se tornou realidade! Happy Tree Friends, agora no Cartoon Network! Iupi!
Ontem eu estava olhando pelo retrovisor do carro e fiquei admirando a paisagem que passava, e acabei pensando em uma coisa: será que o mundo realmente fica mais bonito quando refletido no espelho ou trata-se apenas uma idéia maluca?
Tou até me tornando um sujeito limpinho! Nossa equipe de estagiários resolveu criar a chamada "Escala da Vassoura", que determina o dia e que pessoa deve limpar nosso lindo e acolhedor recinto de labuta. Hoje foi meu dia, e varrí tudo direitinho! Que bonito! Nem mesmo a antiga aranha do armário, que eu apelidei de "Tula" (não, ela não é uma tarantula, eu acho) escapou, taquei a bichinha pela janela, e espero que ela tenha sobrevivido. Sabe, até que pegar uma vassoura e virar escravo por um dia não é tão ruim, pelo menos se faz exercício físico e pode-se sacanear varrendo o lixo em cima dos outros que te rodeiam, e ainda colocar a culpa neles. O monitor IBM continua amarelado, mas o chão tá brilhando mais que um diamante! Cinicidade é legal.
Tou arrependido. Quando eu tava indo pro estágio ontem, eu achei uma nota de um real boiando numa baita de uma poça d'água no canto da rua. Parei e fiquei ali, pego ou não pego? Pensei em enfiar a mão, mas a água era tão escura e pegajosa que fiquei pensando se realmente valia a pena sujar a mão por um real. Deixei a nota pra lá e andei um pouco. Parei de novo e voltei decidido a pegar a nota, afinal, não é todo dia que se acha dinheiro na rua. Desta vez catei um galho de árvore que achei no chão e fui me esticando pra alcançar a nota e, apesar de algum esforço, consegui puxá-la pra beira da calçada. E de novo bateu o nojo... a nota parecia um papel higiênico molhado, nojenta mesmo. Fiquei puto, liguei o foda-se e empurrei o dinheiro de novo pra poça, afinal, um real não me faria a diferença. Passaram-se quatro horas, saí do estágio e fui andando pro centro da cidade. E eis que num beco surge um camelô vendendo CDs, uma coisa meio rara por aqui. "3 por 10 reau, é pra acabá!", ele gritava. Quando fui ver os CDs eu fiquei maluco: tinha um monte de CDs de bandas que eu gosto. Escolhi 3 Cds, e na hora que eu abri a carteira, o que eu encontro? Uma nota de cinco e quatro de um... puta que pariu, fiquei muito puto! Acabou que comprei só dois, e de noite quando passei pelo mesmo lugar o maldito camelô não tava mais ali. Culpa do prefeito que não dá um jeito nessas ruas quem ficam empoçando água...
Não tenho mais dúvidas que Petrópolis é a capital mundial da mongolice. Além do já divulgado e escrachado SouMongol, Petrópolis conta com a mongolice do meu camarada "Badalhoca" (sim, o apelido da criança é esse). Há algum tempo ele tem um site/blog/flog/umamerdadotipo e, como ele tá todo bobão comemorando as 3.000 visitas, resolvi dar um presente pra ele e linka-lo aqui. Além de um presente para ele, trata-se de um serviço de utilidade pública voltado para a população mongol, já que as fotos que o "Badalhoca" publica são de suma importância e relevância moral.
Chega de embromation, acessem o BlogTosqueira, comentem lá e façam mais um mongol petropolitano feliz.