sexta-feira, 18 de junho de 2004, by Fabricio S.

Ontem eu acordei podre. Garganta fechada, e muita dor. Como de costume, fui no médico e ele me passou uma porrada de antibiótico, e agora eu faria uma vacina pra evitar esta situação de merda na qual me encontro. E para tal, tive que ficar de jejum. É a pior coisa do mundo não poder beber água quando se está com a garganta infeccionada. Dormi mal pacas, acordei morrendo de fome e sede, e fui cedo pro laboratório de patologia. Chego lá, a mulher pra mim:
-Não se assusta não, é rapidinho.
-Tá bem...
A mulher pegou uma espécie de garfo com algodão na ponta, enfiou dentro da minha garganta e ficou lá esfregando de um lado pro outro! Porra, eu quase vomitei! Depois de alguns segundos e muita ânsia de vômito a mulher tira a espátula, com uma gosma amarelada e cheia de pus. Depois de ver aquilo eu praticamente perdi a fome e fiquei sentado na cadeira, tontinho da silva. Daí a mulher:
-Relaxa, acabou. Pelo menos ninguém vomitou na sua mão.
Fiquei até com pena da mulher, imagina... E acho bom essa vacina me ajudar, porque eu não pretendo que fiquem esfregando minha garganta de novo.


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Nenhuma mongolice! Que derrota!