quinta-feira, 29 de janeiro de 2004, by Fabricio S.

Semana passada eu tava voltando a pé pra casa e no meio do caminho encontrei uma amiga segurando um bebê. Daí fiquei ali conversando com ela, soube que o bebê era o sobrinho dela, coisa e tal. Decidimos ir de ônibus, pois andar uns 2km com um bebê no colo é foda. E só passava ônibus cheio. Passou um, dois, três." No próximo ônibus a gente entra, num quero nem saber!", falou a minha amiga. E como a Lei de Murphy rege em tudo sobre a face da Terra, o quarto ônibus foi o mais cheio de todos. Daí peguei a bolsa de fraldas (num pego bebê não, num tenho jeito) e entramos. Daí quando a minha amiga ia passar pela roleta, o trocador grita pro motorista: "Peraê Fulano! Tem um casal com um bebezinho aqui! Segura aê!" Eu olhei pra cara da minha amiga e comecei a rir. E quando passamos pela roleta, todo mundo do ônibus tava olhando pra gente. Uns admirados, ao ver um "casal" tão jovem com um filho no colo, e outras senhoras disputando pra ver quem daria o lugar pra gente sentar. Acabou que pudemos escolher nosso lugar. A gente foi rindo o resto da viagem e, na hora que saltamos do ônibus, eu abracei a minha amiga, pra todo mundo pensar que realmente eramos casados. E todo mundo do ônibus olhando pra gente de novo, como se fossemos Ets ou alguma coisa do tipo... Foi interessante ser pai e marido por um dia.

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Nenhuma mongolice! Que derrota!