terça-feira, 9 de setembro de 2003, by Fabricio Shsn

   Aula de estatística. Professora explicando, aquele silêncio, e subitamente um barulho chato de furadeira ecoa pelo ar. A professora continuou dando a matéria, mas dava pra ver que ela estava intrigada com aquilo. O barulho parou e a aula continuou. Alguns segundos depois o barulho retornou. A mestra continuou a lecionar, mas praticamente gritando contra o barulho. O som cessou, mas voltou logo depois. "Isso é hora de furar parede?!", exclamou a mulé do giz. Aí todos ficamos putos com aquilo e resolvemos descobrir de onde vinha o barulho. Não demorou muito, e uma menina achou a "furadeira". Era o celular da Priscila, que estava no Vribacall, em cima da mesa de madeira, o que fazia um esporro hiperbólico. E por que a Priscila não atendeu? Simplesmente porque ela não estava na sala. Legal né? Ela sempre faz isso, larga as coisas na sala e vai em outro lugar. Por mais que a gente fale, ela não cumpre. Vou te contar, só não esquece a cabeça porque tá soldada no pescoço.


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Nenhuma mongolice! Que derrota!